De Chalana a Cristiano, Sempre Portugal

2 de Julho de 2026

Não era nascido ainda quando da epopeia do Mundial de 1966. Mas vibro ao ver as imagens, em especial do Grande Eusébio.
Foi no Euro 1984, onde pontificavam nomes como Chalana, Sousa, Jaime Pacheco e o enorme Rui Jordão, que mais vibrei. Chorei na derrota contra a França. O golo de Carlos Manuel em Estugarda nunca me saiu da cabeça. Defesas, jogadas e golos de jogadores como Bento, Fernando Gomes (bibota), Futre, Figo, Peixe, Rui Costa, Paulo Sousa, João Pinto, Nuno Gomes ou Pauleta (e quantos mais!) também não.
Senti também um patriotismo único com os pupilos Sub-20 de Carlos Queiroz em Riade e naquele Estádio da Luz a abarrotar. Mas os sucessos e as vibrações maiores estavam para vir.
Viver de perto o Euro 2004, de Scolari, Ricardo e muitos mais, com tantas bandeiras na janela, arrepiou e orgulhou.
E a vitória no Euro 2016 foi dos dias mais felizes de sempre, fruto de um herói improvável, mas de toda uma equipa. Mais tarde andei a celebrar pelas ruas do Porto, depois de no estádio ter assistido a magnífica vitória da Liga das Nações, cujo cérebro também foi nacional.
E hoje tenho uma fé inabalável de que a alegria maior está por vir, de que o hino Português vai tocar na final deste Mundial, de que a nossa diáspora e conquista do Mundo terão mais um capítulo de sonho.
Viva Portugal!
Viva a seleção de todos nós! “Pela pátria lutar”, sempre!
P.S. Todos merecem, mas tu, Cristiano Ronaldo, ainda mais. Estamos juntos.

Alexandre Mestre
Ex-Secretário de Estado do Desporto e Advogado

Herminio Loureiro
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