Memórias de um mundial

1 de Julho de 2026

A cada quatro anos as memórias renascem.
O futebol tem de facto uma linguagem universal.
O Mundo pára, as guerras abrandam, os amigos encontram-se, os cafés enchem-se. E é assim um pouco por em cada canto deste planeta que habitamos.
O primeiro mundial que tenho memória foi o de 1982 em Espanha. A mascote era o Naranjito, uma simpática laranja talvez de Sevilha.
Um campeonato do mundo onde Diego Maradona já se mostrou ao mundo.
Paulo Rossi, Zoff e Tardelli elevaram a squadra a tri campeão mundial
Mas também mostraram qualidades estratosféricas Tigana, Michel Platini, Rummenigge, Passarella, Sócrates, Zico e Falcão. Entre outras estrelas. Fossem os tempos de hoje e jogaram todos na Europa e Arábia.
A seleção nacional não viajou até ao nosso vizinho fronteiriço.
Em 2026 nós, portugueses, talvez fruto da genética que tanto nos caracteriza. voltamos a ter grandes esperanças na conquista da mais desejada Copa. E não é razão para menos. Temos dos melhores jogadores do mundo que jogam nos melhores campeonatos do mundo. E temos acima de tudo uma das estrelasnmais brilhante que alguma vez pisou um relvado, Cristiano Ronaldo. Aquele que arrasta mais multidões, mais seguidores nas redes redes sociais, mais controvérsia mas também quem mais idolatram.
Sendo os USA anfitriões a par do Canadá e do México, este campeonato tem obrigação de ser o melhor até aqui se realizou.
Como o próximo tenta terá obrigação de fazer melhor que todos os outros anfitriões anteriores.
Acima de tudo, todos, queremos que haja dignidade, lealdade e um justo vencedor. Se possível um país periférico, daqueles sem preferências à partida, para que o futebol continue a fazer sonhar todos os miúdos de um dia serem uns Eusébio, Maradona ou Ronaldo.

António Paulo Rodrigues
Rei dos Leitões

Herminio Loureiro
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