Há várias condicionantes para o sucesso de uma equipa numa competição como um Europeu e o Mundial, começando logo pela matéria humana, os jogadores, peças essenciais: se chegam em forma ou sobrecarregados e os automatismos entre eles, são duas das principais. Portugal está com jogadores frescos e deve optar pelos quatros titulares do PSG.
Há um fator fulcral neste tipo de competições: o fator sorte – e com a chave de distribuição, ver em que quadro calhamos na fase a eliminar. Por vezes há surpresas boas e enfrentamos equipas mais “fáceis”, ou aquelas em que a nossa forma de jogar transforma em fáceis.
Por outro lado, este ano, se tudo for normal, teremos um jogo dos quartos de final com um grande candidato. Mas para ganhar temos de ultrapassar todos.
No Mundial das despedidas de verdadeiros GOAT, de Modric a Ronaldo, passando por Messi, temos de desejar que a estrelinha esteja connosco e a Seleção nos faça sorrir! E que traga a Taça, mostrando, que desde os Descobrimentos, os primeiros a conhecer as Américas a dar-lhes nome fomos nós!
João Oliveira
Consultor