Embora não seja um conhecedor e muito menos um aficionado, nem sequer acompanhar jogos de futebol (assisti com o meu pai, em jovem, a partidas com a Académica em Coimbra equipa da qual ele era um apaixonado e, mais tarde, a alguns jogos da seleção) vivo com entusiasmo o início deste mundial.
Há algo de verdadeiramente mágico nesta competição que vai muito além dos resultados: a emoção de cada partida, a arte presente nos gestos técnicos dos jogadores, a imprevisibilidade de cada lance e a capacidade que o futebol tem de fazer sonhar milhões de pessoas.
Como português não escondo o desejo de ver Portugal triunfar. Sei que o caminho é difícil e que todas as seleções presentes têm qualidade, mas acredito na preparação da nossa equipa. No trabalho desenvolvido ao longo dos últimos meses e na dedicação de todos aqueles que representam as costas nacionais.
Confio, igualmente, no treinador. Na sua capacidade de orientar o grupo e tomar as decisões certas nos momentos mais exigentes. Acima de tudo, acredito nos jogadores, no talento que possuem, na sua experiência e no orgulho que sentem ao vestir a camisola de Portugal.
São eles que levam para o relvado os sonhos de um país inteiro. O mundial tem, também, uma dimensão muito especial para os portugueses espalhados pelos quatro cantos do mundo. Durante esta semanas distâncias parecem encurtar-se, em Portugal, na Europa, nas Américas, em África na Ásia ou na Oceânia, há sempre alguém a vibrar com as mesmas cores, a celebrar os mesmos golos e a partilhar as mesmas emoções. O futebol tem esta extraordinária capacidade de unir gerações famílias e comunidades reforçando um sentimento de pertença que atravessa a fronteiras.
Por tudo isso, mais do que uma competição desportiva, o mundial é uma celebração da paixão da esperança e da união. E eu, mesmo com o meu conhecimento limitado (nem ouvindo os comentários de Herminio Loureiro na televisão e rádio consigo melhorar…), vou acompanhar com entusiasmo cada jogo acreditando que Portugal poderá escrever mais uma bela página da sua história.
Força Portugal!
Luís Celínio
Presidente do Clube Escape Livre
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Que análise bem feita ..
O maior. ABRAÇO
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