
Quando Paulo Portas e Miguel Esteves Cardoso "inventaram" o jornal nunca devem ter pensado neste final triste.
Uma palavra para os profissionais que hoje e no passado fizeram deste jornal uma referência quer se goste ou não, sendo certo que o Independente das últimas edições já não era a "mesma coisa". Uma palavra para o Adelino Cunha, um profissional dedicado e um abraço grande para o Pedro Guerra, Luís Filipe, Vítor Cunha e para a Inês.
Uma coisa é certa o INDEPENDENTE marca a história do jornalismo em Portugal.
Hoje, mais uma página triste da imprensa portuguesa.
Já agora pensem em editar as " memórias " do INDEPENDENTE.