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AS AMEAÇAS…

Já só faltam quatro dias para a Assembleia Geral da FPF. Esta reunião deverá finalmente resolver o impasse existente. A recente missiva vinda da FIFA em jeito ameaçador deve fazer pensar os mais resistentes e teimosos.

Não tenho dúvidas que a FIFA e UEFA estão prontas a disparar o gatilho da suspensão a Portugal, castigando selecções e clubes.

Chegar a hora de regressar à normalidade e se algo tiver que ser alterado ou corrigido é após a aprovação que esse caminho deve ser iniciado.

Estou convicto que tudo será diferente a partir do dia 19, aprovando a alteração estatutária anteriormente chumbada.

Fica assim preparado o terreno para o Dr. Gilberto Madail mostrar ou não a sua disponibilidade tendo em conta o futuro. Com a situação regularizada não faltarão pessoas disponíveis para o desafio federativo.

Os portugueses em geral e os jovens em particular estão profundamente preocupados com o futuro. O futebol tem proporcionado momentos de euforia a uma geração revoltada com a falta de oportunidades. O sucesso desportivo serve muitas vezes para atenuar o sofrimento pela falta de emprego.

Ninguém pode ficar indiferente à manifestação da geração “à rasca”, milhares de pessoas saíram à rua de forma pacífica para fazerem ouvir a sua voz.

A crise é profunda e vai deixar marcas nesta geração dos 500 euros e da precariedade laboral.

O desporto pode dar o seu contributo criando também oportunidades a esta geração.

Devem aproveitar o Ano Europeu do Voluntariado – 2011, para abrir as portas da participação.

A ocupação pode ultrapassar muitos destes problemas e constrangimentos. O voluntariado pode ser a primeira oportunidade.

Se as pessoas estiverem ocupadas não entrarão nos caminhos da marginalidade e da delinquência.

O que não podemos é assobiar para o lado e fingir que está tudo bem.

 

Pontapé-de-Saída, A Bola, 15/03/2011

15 de Março de 2011 pelas 10:09

Arquivado em: Política

1 comentário Adicionar agora

  • 1. jose carlos silva  |  16 de Março de 2011 pelas 20:30

    Os tempos que vivemos não são mais aqueles onde o Social era uma constante nas nossas vidas. Por muito que me custe a admitir isso, o social se não morreu, está enfraquecido. Hoje só existe a socialidade do contato e pouco mais. O que ainda vai salvando a sociedade, pela negativa, é o mau uso das riquezas, a imoralidade… Enfim! Infelizmente estamos a construir uma sociedade baseada na intriga, na maledicência, muitas das vezes dita só por que ser quer atingir alguém, sejam políticos, ou pessoas com deveres públicos, apenas para obterem benefícios. Espero que todos aqueles com responsabilidade neste País, saibam estimular o voluntariado de modo a podermos ajudar aqueles que realmente estão a passar por dificuldades. Apesar da desmotivação generalizada dos cidadãos, acredito que os homens saberão entender-se para ajudarem as nações a saírem da crise em que estão mergulhados. No caso concreto do nosso Portugal… Reconheço que o meu Município tem desenvolvido um notável trabalho no sentido de minimizar as dificuldades dos mais pobres.

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