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UM EXEMPLO

A Meia e Mini-Maratona de Portugal que se realizaram no passado domingo são a prova evidente da força e das potencialidades que o Atletismo tem em Portugal, modalidade que tem habituado o país ao doce sabor da vitória e do sucesso.

Dezassete mil pessoas a fazer o trajecto entre a Ponte Vasco da Gama e o Parque das Nações, com o vento e o calor, demonstram a paixão pela corrida que este ano integrou as comemorações dos 100 anos da República.

De elementar justiça é uma referência a Carlos Móia, um homem que luta pelas causas em que acredita e que tem dado uma grande projecção ao Atletismo em Portugal.

Não fui à Mini-Maratona mas estive num Grande Prémio de Atletismo, dos muitos que se organizam por esse Portugal fora. Para além das corridas realizou-se uma homenagem ao treinador Paulo Ferreira, recentemente falecido vítima de doença, que contou com a presença das ex-atletas Manuela Machado e Rosa Mota.

A presença de ex-atletas nestas manifestações desportivas é muito interessante pois incentiva os mais novos a praticarem desporto e a terem hábitos de vida saudáveis.

Aqueles que nos habituaram a dar alegrias nas vitórias, que fizeram com que a nossa bandeira subisse bem alto e o nosso hino se fizesse ouvir mereciam uma atenção especial por parte do Estado, pois o final das suas carreiras nem sempre é de sucesso.

Devem ser criados mecanismos claros, transparentes e objectivos que possibilitem que estes “ídolos” possam semanalmente “correr” o país a promover a prática desportiva.

Ninguém fica indiferente à presença de Rosa Mota. Uma campeã, uma mulher simples, humilde mas com uma paixão enorme pelo desporto e pela verdade desportiva. A sua alegria é contagiante, a sua simplicidade inspira e transmite confiança aos atletas.

Rosa Mota, um exemplo, um grande exemplo.

Pontapé-de-saída, A Bola, 28/09/2010

28 de Setembro de 2010 pelas 08:54

Arquivado em: Política

1 comentário Adicionar agora

  • 1. Manuel da Costa  |  15 de Outubro de 2010 pelas 11:25

    Sem dúvida, qualquer figura pública deve ter comportamentos públicos exemplares e nas mais diversas áreas.
    É o dever da sua projecção perante a sociedade.

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