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DISCRIÇÃO PRECISA-SE

No mesmo dia em que se fala do regresso do FMI a Portugal para resolver os problemas de financiamento externo, soubemos igualmente da investida de Gilberto Madail em Espanha para convencer José Mourinho a treinar Portugal para os jogos contra a Dinamarca e Islândia.

Com o Governo a ter que antecipar o Orçamento de Estado/2011 para acalmar os mercados, também a visita de Madail a Madrid tem alguma semelhança, ou seja para acalmar os “mercados”.

Estou particularmente à vontade pois sempre considerei José Mourinho o melhor dos melhores, mas tenho algumas dúvidas que esta solução resolvesse os problemas da nossa Selecção.

Também não consigo entender a gestão da comunicação na visita a Madrid. É fácil ir a Madrid de forma discreta, tratar de assuntos, mantendo segredo e só comunicar se os resultados forem positivos. Se forem negativos ninguém fica a saber. Não consigo entender também por que se quis dar a notícia de um almoço em mesas separadas no mesmo restaurante.

A única certeza que temos neste momento é a data dos compromissos da nossa Selecção: - Dinamarca no Dragão a 8 de Outubro e visita à Islândia a 12.

Só faltam 19 dias para o jogo que pode afastar a nossa selecção do Euro 2012. Estamos sem seleccionador a 19 dias deste importante compromisso desportivo. É uma sensação muito estranha. Preocupante.

Positivamente registo a disponibilidade, uma vez mais manifestada, por José Mourinho para treinar a Selecção Nacional.

Também positivo foi o regresso de Pedro Pauleta aos relvados e aos golos. Jogou nos Açores pelo São Roque, freguesia que o viu nascer, demonstrando uma vez mais a simplicidade e a humildade que o caracterizam. Pedro Pauleta, o melhor marcador de sempre da selecção, faz falta ao Futebol português.

 

Pontapé-de-saída, A Bola, 20/09/2010

20 de Setembro de 2010 pelas 15:16

Arquivado em: Política

1 comentário Adicionar agora

  • 1. Manuel da Costa  |  21 de Setembro de 2010 pelas 14:24

    Tudo o que interessa é respeito e orgulho seja pelas Quinas, seja pelo Açor.
    O amor à camisola é a única coisa que pode restar a um atleta quando se transcende na sua actividade e o faz ir mais além, enfim é o fim da linha.

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