200 MIL
A CGTP diz que foi a maior manifestação…. mais de duzentas mil pessoas.
Esta manifestação era contra os baixos salários e a precaridade no trabalho.
As imagens eram de muita força…. impressionantes.
Quem não ficou nada impressionado foi o Primeiro-Ministro.
Acusou os sindicatos afectos à CGTP de se deixarem instrumentalizar pelo PCP e BE.
Duzentas mil pessoas em Lisboa vindas de todos os pontos do país marcharam contra o governo socialista.
O descontentamento é crescente.
15 de Março de 2009 pelas 17:06
Arquivado em: Política

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1. Jose Carlos Silva | 15 de Março de 2009 pelas 19:43
De facto foi uma manifestação onde estiveram muitas pessoas. Na minha opinião e relativamente ao código de trabalho não tenho dúvidas que é injusto para a classe trabalhadora, assim não entendeu o Senhor primeiro-ministro e muito menos todos aqueles que se absterão da sua votação no parlamento, pelo menos esperava que o Senhor Presidente da Republica envia-se o documento para ser fiscalizado pela (código de trabalho) à entidade competente, isso também não aconteceu. Se o psd julga que vai tirar alguns dividendos desta manifestação, pois engana-se! Os trabalhadores não se esquecem do mal que lhes fora causado por eles enquanto governantes. Espero que o Partido Comunista e o Bloco de esquerda não criem uma plataforma para destruir ainda mais a esquerda. Ao senhor primeiro-ministro enquanto Socialista, cabe-lhe tentar negociar com os partidos da esquerda. Nunca esquecerei aquele tempo em que foi primeiro-ministro o Senhor Professor Cavaco Silva, eram tempos de vacas gordas (fundos comunitários) que não deu em nada, só serviu para engordar alguns vigaristas que em momentos de crise como os de hoje são os primeiros a despedir os trabalhadores. É tudo farinha do mesmo saco.
2. Zé da Póvoa | 16 de Março de 2009 pelas 18:22
A situação é difícil e só é pena que os políticos da oposição se limitem a cavalgar a onda de descontentamento para tentar obter réditos imediatos, mesmo sabendo que a crise que nos assola também produz os seus efeitos junto das grandes potências económicas e financeiras.
A título de exemplo avanço 2 exemplos dos políticos com quem podemos contar:
i) Cavaco Silva perante um grupo de desempregados em Barcelos diz: “sou solidário convosco, mas não tenho nada para vos dar” . Palavras animadoras vindas de quem vêm que acumula 3 boas reformas para além dos proventos que aufere enquanto PR;
ii) numa reunião do PSD o convidado especial, Belmiro Azevedo, discorre sobre a criação de empregos (ainda há dias despediu 52 numa sua fábrica de brinquedos em Lousada, alegando que havia uma baixa nos resultados!) e sai-se com esta, digna de uma “cabecinha pensadora” : ” para combater o desemprego em Portugal, temos que contar com os muitos empregos que existem em Angola e nem carecem de grandes habilitações”. A Drª. Manuela, entretanto, havia adormecido (ver imagens TV), mas os seus assessores no final devem tê-la posto ao corrente. “Brilhante” mote para o PSD utilizar em campanha, só que a Drª. Manuela foi a Paris e junto dos emigrantes criticou o Governo por não estancar mais a nossa emigração. Em que ficamos? Entendam-se.
3. Manuel da Costa | 16 de Março de 2009 pelas 21:32
200 mil mais os que ficaram em casa ou tiveram mais que fazer mas que estão solidários com a manifestação.
Só espero que estes milhões não se esqueçam na hora do voto.
Esse código do trabalho teve a proeza de aumentar a carga horária diária p´ra 12 horas; nem o salazar.
Nem a reforma agrária os safa, e ó tempo volta p´ra trás que agora a jorna volta a ser de sol a sol.
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