QUATRO ANOS DEPOIS
José Sócrates cumpre hoje quatro anos de mandato como Primeiro-Ministro.
Quatro anos de altos e baixos.
Os portugueses vivem aflitos. O desemprego disparou, a insegurança aumentou e o poder de compra já foi melhor.
Sócrates governou sempre a pensar nas próximas eleições. A pensar numa nova maioria absoluta.
Hoje é um dado adquirido que a estratégia do PS e de Sócrates falhou.
Haverá uma nova maioria absoluta?
Vamos andando e vamos vendo.
A procissão ainda vai no adro.
12 de Março de 2009 pelas 19:01
Arquivado em: Política

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1. Manuel Vila Pouca | 12 de Março de 2009 pelas 19:20
Vou fugir ao tema, mas não pode deixar de ser.
Há tempos atrás o senhor presidente da liga, a propósito do S.C.Braga fez este post:«UMA NOITE PERFEITA
O Sp. Braga venceu o St. Liège por 3-0.
Como disse Jorge Jesus “Foi uma noite perfeita”.
Um passo enorme que ajuda Portugal a subir no ranking da UEFA.
Parabéns.»
Ontem, o Tricampeão português passou aos quartos-de-final da C.League, prova rainha da Uefa e do presidente da liga, nada!
Já não chega a pouca vergonha de não entregar a taça ao Campeão, como descrimina o Campeão.
Com políticos destes, no principal partido da oposição, não admira que Sócrates até brinque.
2. Lápis Azul | 12 de Março de 2009 pelas 21:06
Sgundo o Migalhãis kuatro anus depoes estiamos todus
muito biem,,,
PARABEMS A TODOS!
3. Emanuel Rodrigues | 13 de Março de 2009 pelas 03:58
A maioria absoluta não ganha. A questão é perceber com quem é que o PS vai fazer coligação, porque desta vez será preciso muito mais do que um deputado limiano.
Uma nota: caro hermínio, é feio dizer que foi tudo mal. Apesar de sentir no bolso a crise, tenho de reconhecer que houve coragem por parte do Governo para fazer algumas reformas necessárias, nomeadamente na educação e e na economia. O próprio Cavaco já o deu a entender, e já se comenta nos bastidores que o engenheiro Sócrates já leu mais do que uma vez, de frente para trás e de trás para a frente, as duas biografias do Presidente da República.
As questão que eu queria colocar aos responsáveis do PSD é a seguinte: como é que pensam atenuar a crise? Não vale vender património nem aumentar os impostos. Como é que vão incentivas os grandes empresários a investir nas suas empresas, para que as pessoas não fiquem sem o seu emprego. Isto é que eu quero saber, e é importante para mim neste momento. O restante é puro entretenimento.
4. jorge marques | 13 de Março de 2009 pelas 11:42
Com o PS na oposição. outro partido qualquer com a mesma coragem e determinação de Sócrates a tomar as mesma medidas e a fazer as mesmas reformas não teria sossego, mesmo com maioria absoluta e ministros como a sra da Educação já teriam caído…. mais, uma barraca como a do Magalhães seria motivo para se pedir a demissão de todo o governo…. esta é a grande diferença.
5. Manuel Castro | 13 de Março de 2009 pelas 15:21
….ora estamos em tempo de “botar faladura”!!!!!!!!!!!!entao onde anda o programa economico do PSD? na cabeça de Antonio Borges? livre-me o Goldmann Sachs de tal….com MFL? socorro que o petroleiro City vai atacar de novo….ou será com………..
o PSD antes de tentar atacar de forma tonta que se organize e apresente aos protugueses ideias com corpo e se apresente aos portugueses como um corpo…
vade retro os tempos de Durão e de Santana…
previsão PS 3 - PSD 0
6. Jose Carlos Silva | 14 de Março de 2009 pelas 22:17
Se o Senhor primeiro-ministro governa-se a pensar nas próximas eleições não tinha aprovado o código de trabalho, não tinha encerrado as urgências hospitalares, não tinha feito as reformas que fez na Administração Pública, não falava na avaliação dos médicos, baixava os impostos. O psd deve-lhe de agradecer e muito porque nunca teve a coragem de fazer estas reformas entre outras que ainda estou à espera que sejam feitas, nomeadamente acabar com o laxismo em que se encontra a justiça portuguesa em especial os lordes. Há que avaliar também os senhores magistrados e juízes, não são mais que qualquer um dos outros…
7. Manuel da Costa | 14 de Março de 2009 pelas 23:34
Péssimo, mas eles já se estão a orientar, não é que o PIOR ministro das finanças já tem p´ra onde ir…
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