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ASSUNTO DE ESTADO

Cavaco Silva classificou o "caso Freeport" como assunto de Estado.
O Presidente da República vai certamente manter o silêncio sobre este assunto durante mais alguns dias.
Até quando?

02 de Fevereiro de 2009 pelas 12:44

Arquivado em: Política

6 comentários Adicionar agora

  • 1. Zé da Póvoa  |  02 de Fevereiro de 2009 pelas 13:37

    Se Cavaco fosse, pelo menos, como a rainha de Inglaterra tomaria a única decisão que pode evitar uma profunda crise política: demitia o governo e convocava eleições legislativas antecipadas. Seja quem for o vencedor fica nas melhores condições para tomar as medidas necessárias para enfrentar a crise que apanhamos por tabela dos nossos parceiros internacionais. O próprio caso Freeport que desesperadamente vem sendo alimentado por alguns dirigentes do psd (JPP dixit) que não vêm outra forma de chegar ao poder, acabaria por passar para segundo plano e a justiça poderia actuar com tranquilidade.

  • 2. Pedro Costa  |  02 de Fevereiro de 2009 pelas 17:00

    É verdade que apanhamos a crise por tabela mas também é verdade que há dois meses atrás Sócrates dizia que graças à sua acção governativa Portugal ia passar ao lado dela. Parece que afinal não é verdade …

  • 3. Manuel da Costa  |  02 de Fevereiro de 2009 pelas 19:30

    Até a justiça decidir?

  • 4. Jose carlos Silva  |  02 de Fevereiro de 2009 pelas 23:17

    Não há ninguém que possa garantir o que quer que seja. A crise não passou ao lado, mas pelo menos o estado criou riqueza para agora poder acudir aos casos mais urgentes. Uma coisa é certa, pouco a pouco este governo vai intervindo na tentativa de resolver as situações mais urgentes. Os (…) não sei se o fariam melhor? Às tantas… pobre dos mais pobres!

  • 5. Zé da Póvoa  |  03 de Fevereiro de 2009 pelas 12:49

    Entretanto, o fugitivo Durão Barroso já mandou os serviços da Comissão Europeia avisar que não haveria qualquer apoio para a Qimonda.
    Tão amigo de Bush, de Blair e de Aznar, aqueles que são os principais responsáveis pela guerra no Iraque com os morticínios e destruições que se conhecem, Barroso poderia ter um pingo de consciência pois a crise que se abateu sobre o mundo ocidental resulta, em muito, do instinto criminoso dos promotores da guerra.
    Esperemos que, em tempo oportuno, seja criado um Tribunal Internacional de crimes de guerra para julgar todos os facínoras que se aprazem com as desgraças da humanidade.

  • 6. Zé Povinho  |  04 de Fevereiro de 2009 pelas 09:49

    eu estou muito triste com este país !
    so sabem fazer porcaria . em espanha esta’se bem melhor !
    aqui tudo e caro nao eziste trabalho e o primeiro ministro engravida meninas !
    que maus que voces sao
    RUA!

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