Impasse.
A palavra certa para defenir a reunião da Ministra da Educação com os Sindicatos.
Não se consegue ultrapassar o diferendo.
Este impasse é mau para o normal funcionamento das nossas Escolas.
11 de Dezembro de 2008 pelas 18:20
Arquivado em: Política
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1. Zé Fidalgo | 11 de Dezembro de 2008 pelas 20:04
Agora o PSD vai colocar á votação na AR uma proposta de suspensão do modelo de avaliação dos profs, depois de ter sido o grande responsável pela não aprovação da proposta dos outros partidos.
Vale a pena faltar!
Que grande borrasca!
Uma vergonha! Não há decência democrática!
2. Manuel da Costa | 11 de Dezembro de 2008 pelas 20:16
Impasse e reprovação.
3. Jose Carlos Silva | 11 de Dezembro de 2008 pelas 21:48
Não é a bem, acaba por ser a mal! Pena é que são os alunos a sofrer com tudo isto! Compreendo perfeitamente os professores, só tenho pena que hajam pessoas com responsabilidade na educação dos jovens se tenham colocado ao lado da Senhora Ministra! Todos querem interferir e decidir o futuro dos docentes! Tenham juizinho e reconheçam o bom serviço que os professores têm prestado ao ensino e ao País! Força Senhores Professores! Os da recolha do lixo já estão em greve! A seguir vão os Médicos! Brevemente vai ser como na Grécia! Que raio de escola é que este Primeiro-ministro frequentou? Primeiro-ministro mais tapado e aldrabão não deve de haver na terra! Isto está a ficar bonito!
4. Roma Resende | 12 de Dezembro de 2008 pelas 01:14
IMPASSE ! ! !
Pondo de parte a côr partidária julgo que o mesmo é provocado pelo sindicalista Mário Nogueira e não pela sr.ª Ministra da educação dr.ª M.ª de Lurdes Rodrigues, pois esta apresentou um projecto, ferramenta de trabalho, que poderia ser melhorado, nas várias reuniões que se viessem a realizar, ao contrário o sr. Mário Nogueira apresentou sempre uma mão cheia de nada, que afinal era muito, suspensão já e sem condições do projecto modelo de avaliação e se partisse para outro, mas que outro.
Fui durante + de 25 anos sindicalizado e sindicalista, pertenci ao Sindicato dos Quadros Técnicos de Desenho, era e julgo que ainda é, afecto à C G T P, fui avaliado, assim como estive muitas vezes c/ a direcção e administração da empresa na discussão dos aumentos salariais, lutas dificeis,
com cedências, mas a corda ficava sempre do lado do patrão, anos houve que os aumentos eram feitos na base percentual fxa X% para todos os trabalhadores, incluíndo quadros superiores ( eng. e dr.s ) era a maneira mais fácil e injusta para fazer aumentos, e é dentro desta filosofia que os professores pretendem ser avaliados, todos com o mesmo vencimento no topo da carreira.
Durante os 42 anos de trabalho fiz uma única greve, um dia,
não estou contra a greve é um direito que assiste a todos os
trabalhadores, mas sou contra aqueles que as fazem e vão para casa tratar das suas lides caseiras ou vão para o café.
O problema das avaliações se calhar foi culpa do meu camarada António Guterres quando fez sair um diploma que
permitiu os professores do 1.º ciclo, primário e secundário
se douturassem no PIAGET, mesmo estando no último ano da
sua carreira, havendo alguns que interromperam a sua activi
dade docente para ferquentar ao fim de semana tal forma-
ção, e terminada a mesma requereram a aposentação, esta mais valia curricular representou a cada docente a quantia de apr. 50 contos mês, eu pergunto, o que beneficiou o ensi
no com uma grande parte desta formação? NADA mas o dinheiro continua a sair dos cofres do estado.
É este tipo de avaliação que o Mário Nogueira continua a defender.
A avaliação terá de ser feita com os professores, mas não são eles que ditam as regras, pois há uma entidade que os
totela e lhes paga, e essa entidade é o Ministério da Educa-ção.
Aos professores que porventura os tenha ofendido as minhas sinceras desculpas, mas é este o meu sentimento.
5. Manuel Castro | 12 de Dezembro de 2008 pelas 09:03
para a resolução deste impasse poderia contribuir, estou certo o PSD….pelo menos hoje temos a certeza que alguns dos 30 faltosos á votação o fizeram mniciados na convicção que esta avaliação tem de seguir em frente, pelo menos a fazer fé nas palavras de Zita Seabra e nas posições por ela assumidas na Reunião do Grupo Parlamentar do PSD.
penso ser tempo de nos deixarmos de gincana politica e assumirmos decisões para o futuro…
Professores sem avaliação e em regime de auto-avaliação NÃO..
6. Manuel Castro | 12 de Dezembro de 2008 pelas 09:05
as declarações de Zita Seabra foram na sua base as seguintes:
“sai do hemiciclo para não votar a suspensão da avaliação dos Professores, pois estou contra a sua suspensão, depois dessa votação voltei e participei em todas as outras”
7. Roma Resende | 12 de Dezembro de 2008 pelas 12:54
As minhas desculpas pela formatação do texto, as minhas bases foram e estão a ser adquiridas na USOAZ, aproveito também para corrigir um erro de palmatória, TUTELA e ñ totela.
8. Zé da Póvoa | 12 de Dezembro de 2008 pelas 14:27
Não compreendo a razão da Srª. Ministra andar a fazer reuniões sobre reuniões com os sindicatos, quando há muito se viu que os professores não querem qualquer avaliação, quando muito aceitam um arremedo de avaliação como a que apresentarem ontem.
Os pais, os encarregados de educação e, especialmente os contribuintes deste país, na sua maioria - e são milhões- estão com a Srª. Ministra e apoiam uma avaliação séria, credível e com consequências. Por isso, há que verter tudo em diplomas legais e depois “dura lex, sed lex”!
9. Jose Carlos | 12 de Dezembro de 2008 pelas 20:05
Pobres das crianças que estão dentro dos contentores a estudarem! Até o Bispo se solidarizou com os professores! Em relação aos contribuintes e respectivamente aos aumentos dos impostos que o Sócrates impôs aos cidadãos que não podem fugir ao fisco…até dói ver o governo a dá-lo de mão beijada aos todo-poderosos! De certeza que não foi para baixar os preços dos medicamentos para os idosos poderem terem mais uns trocos para se alimentarem! Digo para se alimentarem porque cada vez há mais fome em Portugal! O que lhes vale (não é para todos) é o recurso hás IPSS! Mais palavras para quê? São todos do mais reles que podem existir ao cimo da terra… Já agora venham os presos de Guantamo! Tratem-nos bem e deixem os mais pobres a passar fome!
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