FALTA DE ORIENTAÇÃO
Em plena crise na Educação falta estratégia à equipa de Maria Lurdes Rodrigues.
Na Assembleia da República a Ministra decidiu assumir "erros", "lapsos" no processo da avaliação.
Depois de umas "aulas" de Marketing Político, a Ministra usa um tom e um estilo bem diferente do inicial.
Mesmo assim está completamente isolada.
Se por um lado assume erros e pede propostas à oposição, por outro lá vai dizendo que não suspende nem faz qualquer alteração ao modelo.
Em que ficamos?
Não bate a bota com a perdigota.
04 de Dezembro de 2008 pelas 18:10
Arquivado em: Política

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1. Manuel da Costa | 04 de Dezembro de 2008 pelas 20:04
INCOMPETÊNCIA.
2. José Carlos Silva | 04 de Dezembro de 2008 pelas 22:10
Parece-me que a abertura da Senhora Ministra para estudar todas as alterações ao modelo de avaliação dos professores no próximo ano não convencem a maioria dos professores, nem daqueles que defendem um ensino justo! A avaliação terá que avançar! No entanto as cotas criam a desunião entre professores que conduziram o ensino ao insucesso! Se é fixado uma percentagem para os excelentes, nem todos os professores derivado à fixação destas cotas poderão atingir aquele valor! As cotas servem apenas para economizar, é assim que este governo pensa! Não pensa assim é em tudo! É pena…! Ainda bem que há professores que lutam pelo interesse de todos! Ora veja o que (parte do texto) o docente que ganhou o prémio de Professor do Ano em 2007 disse: Ouvido pela TSF, Arsélio Martins classificou mesmo algumas destas políticas de «repugnantes» e disse esperar que esta greve «poderosa» também «afecte o Governo e ponha as pessoas a pensar. A política do Governo, não só para a Educação, mas em vários aspectos, para mim, em algumas alturas, chega a ser repugnante, acrescentou este docente. Arsélio Martins disse ainda ter sido convocado para esta greve não tanto pelos sindicatos e agentes sindicais ou pelos problemas da avaliação dos professores, mas principalmente pelo Eng. José Sócrates. Andei a elogiar o ministro das Finanças que não queria salvar bancos privados portugueses e gestores de fortunas e fui surpreendido por José Sócrates a mudar totalmente essa política, adiantou. Este docente disse mesmo não acreditar em políticos que fazem sistematicamente coisas deste tipo, principalmente numa situação em que há desemprego, problemas complicados financeiros e em que os políticos tomam decisões completamente erradas. Ainda bem que há homens assim…digo eu!
3. Soraia Pinto | 04 de Dezembro de 2008 pelas 23:37
As regras do marketing dizem que não se pode vender um sabão como se fosse sabonete.
Logo, seja qual for a embalagem em que se embrulhe a ministra, o cheiro vai sempre ser… o do sabão!
4. Zé da Póvoa | 06 de Dezembro de 2008 pelas 12:57
A Assembleia da República acaba de chumbar a proposta do CDS para suspender o modelo da avaliação. E quem contribuiu decisivamente para isso ? - 30 (trinta) deputados do PSD que se ausentaram no momento da votação. Significativo!
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