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FALÊNCIAS

As falências em Portugal aumentaram 47% nos nove primeiros meses do ano, face a igual período do ano passado.
A restauração é um dos sectores mais afectados pelas dificuldades da economia portuguesa.
Com as actuais restrições ao crédito estes indicadores vão ser piores.
Precisam-se medidas urgentes para fazer face a este tipo de problemas.
Naturalmente que também aumentam os problemas sociais.

28 de Outubro de 2008 pelas 11:04

Arquivado em: Política

6 comentários Adicionar agora

  • 1. Silvia Cordeiro  |  28 de Outubro de 2008 pelas 17:40

    Isso é tudo mentira….
    O país está bem e recomenda-se.

  • 2. Manuel da Costa  |  28 de Outubro de 2008 pelas 21:00

    Bué de crise…

  • 3. Roma Resende  |  29 de Outubro de 2008 pelas 13:56

    Uma vez que a Silvia não é cá de Azeméis, recomendo-lhe a leitura do postal da semana, do semanário Correio de Azeméis, de 28/10 assinado pelo seu sub-director Sr. Eduardo Costa.
    Fico a aguardar a sua resposta.

  • 4. Manuel Castro  |  29 de Outubro de 2008 pelas 14:14

    uma falência é sempre um problema…é sempre grave…é sempre mau…
    no entanto gostaria de deixar alguns dados, em Portugal existe um establecimento de hotelaria e restauração por cada 400 pessoas (!!!!!!!!!!!!!!) em Espanha um por cada 2700 e na França um por cada 3500…..talvez aqui esteja a justificação para muitas destas falências…hoje mesmo no Diário Económico, Jorge Armindo presidente da Amorim Turismo refere esta situação…
    no entanto o numero de falencias e de fecho de establecimentos comerciais e muito preocupante…mas a razão é bem mais profunda do que a actual crise…

  • 5. Zé da Póvoa  |  30 de Outubro de 2008 pelas 14:46

    Tanta preocupação com as falências no sector da restauração, justificar-se-á?
    Não vejo ninguém a contrabalancear com as aberturas de novos estabelecimentos que acontecem todos os dias como cogumelos.
    Estes sectores que, na sua actividade, trabalham com a caixa muito por perto têm de ser geridos por empresários a sério. Não por cavaleiros andantes que julgam que ao fim de poucos meses ficam ricos e podem pôr os outros a trabalhar para si.
    Um dos grandes problemas deste país é um tecido empresarial muito fraco, com pouco sentido ético e profissional, confundindo totalmente os dinheiros do negócio com os dinheiros próprios. Um bom exemplo é aquele de adquirir pelo sistema de leasing bons carros para a esposa e para o filho em nome - e às custas - da firma.

  • 6. Jose Carlos  |  30 de Outubro de 2008 pelas 21:45

    Os problemas sociais não servem para encapotar crises resultantes das más administração daqueles que nem para empregados servem, quanto mais para patrões. Felizmente há excepções. Esses sim, há que lhes garantir apoios, mas, exigir resultados. Não é só apoiar.

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