ENCRUZILHADA
Será que o PS vai acatar o veto de Cavaco Silva sobre o estatuto político-administrativo dos Açores.
Num momento em que a cooperação estratégica é fundamental entre Sócrates e Cavaco, o PS insiste no confronto com o Presidente da República.
Depois da comunicação ao país de Cavaco Silva, este assunto ganhou outros contornos.
Com as eleições nos Açores resolvidas espera-se uma atitude mais cooperante do Partido Socialista.
Sócrates está dividido, por um lado quer agradar a Cavaco Silva e por outro não quer desagradar aos socialistas dos Açores.
Uma encruzilhada desnecessária.
28 de Outubro de 2008 pelas 15:56
Arquivado em: Política

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1. Zé fidalgo | 28 de Outubro de 2008 pelas 16:46
Depois de ouvir o comentário imparcial e sempre sapiente do Dr. António Vitorino e do Presidente do Tribunal Constitucional - Prof. Dr. Rui Moura Ramos (apesar de ser intempestivo) fiquei totalmente esclarecido que no dito diploma haverá uma norma que não está conforme a Constituição da República Portuguesa e que o Senhor Presidente da República cometeu a asneira de não ter enviado a apreciação da sua constitucionalidade para o Tribunal competente.
Este segundo veto é um erro.
Ou seja, dois erros de dois órgãos de soberania - a Assembleia da República e o Presidente da República.
O Presidente da República esticou a corda. Quem beneficia com tal atitude? A avózinha?!…
2. Silvia Cordeiro | 28 de Outubro de 2008 pelas 17:39
Acho que o PS não tem alternativa e vai ter que voltar atrás.
3. Manuel Castro | 28 de Outubro de 2008 pelas 18:16
É interessante analisar este comentário…
É interessante porque a referida lei foi aprovada por UNANIMIDADE, repito, UNANIMIDADE na AR, como tal quem terá que acatar, ou não, o veto politico de Cavaco SIlva são todos os partidos e não somente o PS.
É muito interessante analisar a posição do PSD em relação a esta matéria todos fazem comentários contra a referida lei no entanto no momento da verdade quem teve medo das repercussões que uma atitude que não fosse a aprovação da lei na AR teria nas eleições regionais dos Açores fpoi o PSD.
ao PS cabe seguir o seu rumo e a sua estratégia…
Relembro a lei foi aprovada por UNANIMIDADE na ARnão numa das votações mas em ambas…antes e depois do primeiro veto do PR….
4. Manuel da Costa | 28 de Outubro de 2008 pelas 21:05
A abstenção de 50% dos açorianos é um bom sinal ao PS e à politica que encetam.
5. Zé da Póvoa | 28 de Outubro de 2008 pelas 21:36
Desnecessária porque Cavaco e Silva poderia, se não tivesse segunda intenção, ter submetido à apreciação do Tribunal Constitucional as alíneas em causa.
Se estivesse no lugar do Sócrates não cedia um milímetro e Cavaco se quisesse que dissolvesse a AR e convocasse eleições antecipadas. Até podia ser que a sua “mulher de palha” ganhasse!
Se isso acontecesse, os milhões de portugueses que ainda vivem com o salário mínimo, já ficavam a saber que os 500 euros aprovados para Janeiro de 2011 não viriam porque a Velhinha não concorda e acha que é um desperdício aumentar o salário mínimo nacional, mesmo quando foi aprovado em sede de concertação social.
6. Pedro Costa | 29 de Outubro de 2008 pelas 10:08
Este recado é para o Manuel Castro - porque não respondes ao meu desafio feito aqui: http://www.4linhas.com/2008/10/09/com-naturalidade.html ?
7. Roma Resende | 29 de Outubro de 2008 pelas 13:43
Manuel Castro, o seu post tem algumas imprecisões, o grupo parlamentar do PSD, na A.R. votou o estatuto do Açôr ( estatuto de ave protegida) e não dos Açores região autónoma, e em represália ao P.S., por ter sido enganado, o representante do P.S.D. na região demitui-se.
Este é ofolclore do P.S.D. mas bailinho é na Madeira, quem não dança sabe que vai sofrer as consequência (só na ilha)
Aos que se referem aos 50 e tais% de abstenção, para a derrota do P.S.D.,nos Açores, que comparem c/ os resultados das victórias do mesmo partido, nas leis do aborto e da regionalização.
8. Manuel Castro | 29 de Outubro de 2008 pelas 14:08
Bem respondendo á solicitação do Pedro Costa…sou Oliveirense, sou Republicano, sou Humanista, sou Social-democrata (dos verdadeiros não daqueles que são Liberais encapotados, sou daqueles que qprendram com Olaf Palm e outros), mas não tenho qualquer laço partidário, e ao contrário de Mário Soares, não sou Socialista (de cartão…porque de socialistas todos temos um pouco até a dupla paladina dos ultra liberaisBush/Paulson na sua demanda actual, só faltava Karl Rove para a risada ser total)….
no entanto posso discutir Marx ou Keynes, Schumpeter ou Adam Smith, Rosa Luxemburgo ou Alan Grenspan, Kant ou Descartes e nunca recusarei um elogio porque alguem pensa de forma diferente de mim (recordem a atitude de Sousa Lara e Cavaco em relação a José Saramago…)…
sobre gestão camarária elogio Manuel Castro Almeida e é do PSD, critico Mesquita Machado e é do PS, ou seja penso pela minha cabeça e não penso pela cabeça de ninguém…
9. Jose Carlos | 29 de Outubro de 2008 pelas 19:39
Esta gente do PS anda cada vez mais com tendências para transformar Portugal numa ditadura socialista. O Senhor Primeiro Ministro Sócrates cada vez mais emita o Salazar em todos os aspectos, até na concentração de poderes da polícia ( a PIDE agora volta a estar presente, mas sob a forma de uma única pessoa, que detém o controle de todas as polícias). Há que lhes pôr travão ou isto descamba para a ditadura - se é que não estamos já nessa fase - e teremos que fazer outro 25 de Abril. Apesar de não ter votado neste presidente, porque votei na candidatura de Manuel Alegre, mas o Senhor Presidente da Republica está cheio de razão, esta posição do PS do socialismo moderno socrático só pode ser para medir forças, mais nada. Cresçam e apareçam.
10. Manuel Castro | 29 de Outubro de 2008 pelas 22:37
so para terminar a minha resposta á provocação dp Pedro Costa…
na minha vida aprendi a somente avaliar as pessoas durante/após elas executarem as tarefas que lhe foram destinadas a experiencia num dado campo não é condição sine-qua-non para um bom desempenho, nem para o seu contrario…
assim recomendo-lhe que analise, critique, acuse, valorize todas as pessoas durante e após a execução de cada tarefa, assim poderá ser justo e impardial…
11. Pedro Costa | 30 de Outubro de 2008 pelas 22:43
Ou seja, quando a tachice é de pessoas que te são próximas recomendas que se analise depois do trabalho efectuado.
Mas quando os nomeados são de outro quadrante político já te faz impressão!!!!…..
Justo… e imparcial… pois claro!
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