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O Conselho de Ministros aprovou mais um contrato de investimento para Oliveira de Azeméis.
Desta vez foi a Gestamp - Indústria de Acessórios de Automóveis S.A.
Tem por objecto a modernização da unidade fabril em Oliveira de Azeméis.
O investimento ascende a 12,9 milhões de euros, criando 80 postos de trabalho e a manutenção de 248.
Refira-se a este propósito uma troca de acusações entre a JSD de Oliveira de Azeméis e o Partido Socialista sobre o licenciamento da referida empresa.
Esta decisão do Conselho de Ministro é boa para Oliveira de Azeméis e coloca a estrutura socialista numa posição delicada.
Importa salientar que Oliveira de Azeméis está na rota do progresso e desenvolvimento.
24 de Outubro de 2008 pelas 11:33
Arquivado em: Política

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1. Roma Resende | 24 de Outubro de 2008 pelas 19:33
Julgo que esta informação é tendenciosa, pois julgo o que foi discutido em A.M.,com os votos negativos do Partido Socialista, era de acertos de terrenos, enquanto que os 12.9 milhões € se destinam à modernização (equipamentos)?.
Já agora agradecia que o autor deste post me esclareça, desprovido de qualquer tipo de partirarite, que destino vão ter os referidos 12.9 milhões de €.
2. Manuel da Costa | 25 de Outubro de 2008 pelas 09:45
E Oliveira de Azeméis bem precisa.
3. Pedro Costa | 27 de Outubro de 2008 pelas 11:51
Caro senhor Roma Resende
Partidarite seria votar contra uma margem de acerto que viabiliza o emprego a mais de 600 pessoas apenas porque essa proposta é feita pelo partido que está no poder.
4. Roma Resende | 27 de Outubro de 2008 pelas 19:08
Pedro Costa, o que tem a ver a margem de acerto com os 600 trabalhadores e os 12,9 milhões de € ??.
Se não tivesse dúvidas não teria pedido esclarecimentos ao autor do post, e vem o Pedro Costa atirar areia p’ros olhos, com os postos de trabalho ?
Vamos tratar os assuntos c/ seriedade, e não barrer o lixo p’ra debaixo da carpete ou assobiar p’ro lado.
5. josé Campos | 27 de Outubro de 2008 pelas 21:57
Excelente notícia para Oliveira de azeméis. No que diz respeito à acção da JSD de Oliveira de azemeis na questão da gestamp, esta referia-se às alterações das margens de acerto da GESTAMP. Mas a campanha da JSD tem um objectivo bem mais profundo, que é o de chamar a atenção para a constante tentativa de inviabilização do investimento em Oliveira de azeméis, por parte da concelhia socialista local. E isso já ficou patente noutros casos, como por exemplo o das futuras instalações da Lactogal.
6. Roma Resende | 28 de Outubro de 2008 pelas 11:20
José Campos, a acção da JSD é folclore mas isso são comportamentos que dizem respeito ao PSD local, serve só para distrair os já distraídos, mas voltando ao seu poster, pergunto-lhe também o que tem a ver o acerto com os 600 postos de trabalho ? ou terei de ser indelicado e perguntar-lhe se sabe o que são postos de trabalho.
Quanto ao caso Lactogal o José Campos sabe que a posição do Partido Socialista, na Assembleia Municipal, foi só e sómente, contra a sua localização, não é distorcendo os factos que alteram a verdade. Nada me admirava se amanhã um forte investidor quizesse construir, no jardim público a nova fábrica do vidro,vocês viriam a terreiro dizer, mais uma vez o Partido Socialista de O.A. votou contra a criação de xis postos de trabalho, essa é a diferença entre o PSD local e aqueles que são pela criação de novas empresas mas nos locais apropriados, que todos sabermos ser as zonas industriais Todos temos direito à diferença, não temos é o direito de fazer dos outros, distituídos de inteligência, pois todos temos a obrigação de denfender a NOSSA TERRA da forma que melhor soubermos e pudermos. Já agora e antes de terminar, pergunto ao José Campos se o problema que a U.D.O. está a passar também é culpa do Partido Socista, é um assunto a investigar, mas diga alguma coisa, sugiro à JSD que represente o mesmo acto enfrete ao pavlhão, pois os clientes do Modelo são muitos.
7. Manuel Castro | 28 de Outubro de 2008 pelas 12:07
…bem as novas instalações da Lactogal foram/são uma optima noticia, mas naquela localização? com aquele enquadramento urbanistico? penso que o que estará em causa é uma discussão sobre localização geográfica dos investimentos e não sobre a sua efectivação…
á Camara Municipal dever+á corresponder o encontrar de soluções que permitam a realização dos investimentos em causa sem prejuizos em termos urbanos…
Deixem-se de partiditarites e discutam O.Azemeis e o seu futuro…p.e. em SJM não vemos uma instalação como a futura instalação da LActogal numa localizaçõ como aquele que lhe está destinada, existe planeamento em SJM só isso
8. Pedro Costa | 28 de Outubro de 2008 pelas 12:23
o que tem a ver a margem de acerto com os 600 trabalhadores e os 12,9 milhões de € ??
É simples.
A margem de acerto é absolutamente necessária para licenciar a empresa.
Quando uma empresa não tem licença só há um caminho a seguir: FECHAR.
E se fechar os funcionários ficam sem emprego.
Claro como a água!
9. Pedro Costa | 28 de Outubro de 2008 pelas 17:45
Este recado é para o Manuel Castro - porque não respondes ao meu desafio feito aqui: http://www.4linhas.com/2008/10/09/com-naturalidade.html ?
10. josé Campos | 28 de Outubro de 2008 pelas 22:00
Roma Resende, sinta-se à vontade para ser indelicado, a sua falta de respeito bem patente nos seus comentários não me desmoraliza, para lhe ser honesto até me dá uma certa vontade de rir. Deixe-me só dizer-lhe que quando não se tem razão usa-se o tipo de ironias e frases como as do seu último comentário . Quanto a saber o que são postos de trabalho, sei bem o que são, deixe-me informá-lo que já exerco a minha actividade profissional há algum tempo e a minha própria área de formação fez com que felizmente tivesse o privilégio de estudar muito sobre investimento, emprego e manutenção de postos de trabalho.E em relação à defesa do investimento privado de qualidade em OAZ, irá certamente voltar a ter notícias da JSD.
11. Pedro Costa | 29 de Outubro de 2008 pelas 10:39
Vou construir um cenário hipotético.
Imaginemos que o senhor Roma Resende era o candidato socialitsa à Câmara de oliveira de Azemeis e imaginemos que ganhava.
Entre as muitas coisas que teria que decidir enquanto autarca estaria o dossier Gestamp. E teria que decidir entre aprovar uma margem de acerto que permitiria à Gestamp legalizar-se ou mandar fechar a fábrica por que não se encontrava legalizada.
Como decidiria?
Não precisa de me responder porque eu sei que aprovaria a margem de acerto porque essa era a decisão correcta.
Como o senhor não faz parte da Assembleia Municipal e como não estudou o problema (como aliás aconteceu com o presidente da Junta de Nogueira do Cravo que tristemente reconheceu isso mesmo aos jornais) percebo que possa estar a ser induzido em erro pelos seus camaradas de Partido.
Por não cairmos nesse tipo de asneira não devemos alinhar em carneiradas.
12. Roma Resende | 31 de Outubro de 2008 pelas 01:10
Alguns comentários atrás referidos merecem-me de forma telegráfica os seguintes considerandos:
-Pedro Costa, os acertos para licenciamento, não estarão desfazados no tempo ? há quantos anos foi construída a TABOL hoje GESTAMP?
-Porque razão até hoje ñ foi legalizada? e para tal são necessários cerca de 25mil m2
- A margem de acerto ñ deveria ter tido o parcer da comissão de revisão do PDM?
-Quanto à carneirada há uma expressão popular que diz oh
filha chama-lhe p - - - antes que ela te chame a ti.
-O José Campos entende que a minha ironia demonstra malcriadeza, ñ entendo como tal, no entanto se pensa assim as minhas desculpas.
- Quanto aos investimentos em OAZ, todos estamos de acordo, e uma vez por todas, nunca o PS foi contra os mesmos, mas sim o local onde são implantados.
- Quanto ao cenário hipotético de ser Presidente de Câmara,sempre soube até onde iam as minhas capacidades, o problema é que nem todos pensam assim e os resultados é o que se vê. (sigo a expressão popular cada macaco no seu galho)
-Não faço parte da A.M. e como tal ñ li e como tal ñ conheço o processo diz o Sr. ñ poderia eu ter tido acesso ao mesmo através dos elementos do PS que fazem parte da mesma A.M. ou será que eles são destituídos de inteligência para tomar as posições que têm tomado, ou os elementos que receberam são diferentes daqueles a que teve acesso?
-Já tive assento na A.M. em + de uma legislatura, era presidente o Sr. Ãngelo Azevedo, bons tempos em que depois de terminada a discussão política um grupo restrito de elementos, incluindo o Sr. Ângelo se reunia no Ínsua bar,no tempo do Sr, Sílvio, para aconchegar os estomâgos, pois à data as assembleias eram à noite, por isso sei como funcionam e sei também que é possivel em simultâneo ser-se divergente nas concepções e amigo, Amizade que ainda hoje prezamos.
p.s. sobre este tema ñ volto a este espaço, estou devidamente esclarecido.
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