O Primeiro-Ministro escolheu Matosinhos para entregar o "Magalhães".
Mais um grande momento de comunicação.
Guilherme Pinto ficou muito satisfeito.
Narciso Miranda deve ter ficado chateado.
Sinais …
24 de Setembro de 2008 pelas 12:39
Arquivado em: Política
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1. Paulo Oliveira | 24 de Setembro de 2008 pelas 16:42
O Magalhães não é só um bom momento de comunicação é também um grande acontecimento das novas tecnologias e da educação em Portugal.
É uma alavanca extraordinária para um Portugal melhor preparado no futuro.
2. am | 25 de Setembro de 2008 pelas 09:53
não é. pode ser. para uns meninos, será. para outros, não será.
3. Paulo Matos | 25 de Setembro de 2008 pelas 10:08
Novas tecnologias nas escolas deviam constituir um acto normal de politica educativa. A envolvência do 1º ministro não pode deixar de ser interpretada como propaganda de gosto duvidoso, típica de um país subdesenvolvido a fazer lembrar as crianças quando recebem o primeiro brinquedo !
4. Manuel Castro | 25 de Setembro de 2008 pelas 11:04
as deciões politicas medessem pela sua implementação…o PM e o seu governo decidiram, impletaram e devem ser felicitados por tal…
Ver nessa situação uma tomada de posição em relação a uma pretensa guerra entre Guilherme Pinto e Narciso Miranda (a diferença de posições politicas é salutar e bem vinda em minha opinião) resulta da necessidade extrema de tentar criar a ideia de guerras intestinas no PS, caro Herminio diga-me uma coisa onde é a sede da empresa Portuguesa que faz a montagem do “Magalhães”????
Sabendo isso não ser´logico que a entrega dos primeiros equipamentos seja efectuada no mesmo concelho????? e não será logico que quem decide e implementa faça a primeira entrega dos equipamentos? ou será que deveria ser a “Grande Lider Desaparecida” a faze-lo???
5. Hugo Travassos | 25 de Setembro de 2008 pelas 11:18
Excelente momento de comunicação quase ao nível de Hugo Chavez. O facto em si é muitíssimo relevante por permitir que todas as crianças venham a usufruir de acesso às novas tecnologias independentemente da capacidade financeira dos agregados familiares, mas a propaganda é excessiva. Já diz o ditado - tudo o que é em excesso faz mal!
6. Zé da Póvoa | 25 de Setembro de 2008 pelas 17:50
Ao ler algumas destas críticas ao facto de Sócrates andar a entregar os “Magalhães” é que entendo as razões por que o Santana Lopes e os seus vereadores ofereceram casas aos seus motoristas, chefes de gabinete e amigos e ainda aos amigos dos seus amigos, sem qualquer pompa e circunstância … !
Oxalá Sócrates consiga fazer festas todos os dias na educação. É bom sinal.
7. Silvia Cordeiro | 26 de Setembro de 2008 pelas 00:47
À primeira vista é uma coisa gira mas vamos esperar uns meses. Tenho cá para mim que vamos chegar à conclusão que na maior parte das salas de aula vai deixar de se usar o dito. Porque os professores não sabem trabalhar com computadores, porque os meninos ou os papás desconfiguraram os computadores todos, porque como são “dados” vão estragar-se como acontece com os brinquedos de Natal, etc, etc.
Não deixa de ser porém de ser “um grande momento de comunicação” ou como me disse hoje uma amiga “nunca se distribuiram brindes de campanha tão caros”.
Quanto vai custar aos portugueses esta acção de campanha socialista “quase ao nível de Hugo Chaves”?
8. Carlos Marques | 26 de Setembro de 2008 pelas 09:42
Tenho as maiores reservas quanto ao Magalhães porque acho que pouco ou nada vai contribuir para melhorar o nível de ensino no primeiro ciclo e sei do que falo quando digo isto porque tenho três filhos um quais frequenta este nível de ensino. O meu filho mais novo tem tido grandes dificuldades de aprendizagem na escola precisamente nas áreas da escrita tendo grande dificuldade no desenho, na escrita e nas artes plásticas. Noto que deveria ter uma maior desenvoltura e atribuo parte desse atraso ao uso do computador em casa que naturalmente é muito mais apelativo que um lápis ou um cojunto de marcadores. Quando tiver o Magalhães tenho receio que as dificuldades dele se acentuem porque vai passar a ter em casa e na escola uma máquina que vai secundarizar ainda mais a escrita.
Ao ver toda a propaganda que se faz à volta do computador parece-me que a preocupação foi muito maior com a opinião publica do que as questões da educação e tenho pena que as televisões ainda não tenham perguntado aos especialistas da educação como é que o computador pode ajudar uma criança da primeira classe a desenhar e a escrever. Na minha opinião o computador só deveria ser entregue a partir do 5º e 6 ano de escolaridade.
Coloco ainda uma questão a quem souber responder. Imaginemos que na turma do meu filho ele é único que não tem computador porque eu entendi que ele não precisava ou mesmo porque não disponho desse dinheiro, como pode a professora dar uma aula em igualdade de circunstancias?
9. Silvia Cordeiro | 27 de Setembro de 2008 pelas 00:36
Então não é que não houve qualquer concurso público nesta coisa do Magalhães?
Estranho não é?
Parece uma coisa ao estilo de Hugo Chaves…
Vamos aguardar pelas explicações.
10. Manuel da Costa | 06 de Outubro de 2008 pelas 20:48
Aproveitamento político de uma consequência da evolução.
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