NEGÓCIOS POSITIVOS
O Jornal de Negócios está a fazer um suplemento destinado aos negócios positivos:
- Distribuição
- Moldes
- Hotelaria
Numa altura de depressão colectiva importa aumentar a auto-estima.
Naturalmente vou destacar a questão dos Moldes, onde a ambição é enorme, Portugal ser líder Mundial dentro de 10 anos.
A reportagem tem um espaço especial dedicado à LN Group e à Simoldes, da Marinha Grande e Oliveira de Azeméis respectivamente.
O Grupo Empresarial com sede em Oliveira de Azeméis é considerado o maior fabricante europeu de Moldes para injecção de plástico para a indústria automóvel.
António Rodrigues, que é também Presidente da Associação Empresarial local, é descrito como um "self-made manager" à portuguesa.
Com um volume de negócios perto dos 500 milhões de Euros, está presente em vários mercados a nível internacional, Brasil, EUA, China, Alemanha, Turquia entre outros.
Da carteira de clientes fazem parte a Renault, Volvo, Mercedes, BMW, Saab, GM, Ford, Peugeot, Citroen, VW, Seat, Nokia, Hoover, IBM, Whirpool, Philips, etc, etc.
Em tempo de crise profunda importa mostrar o que de bom se faz em Portugal e neste caso concreto em Oliveira de Azeméis.
24 de Julho de 2008 pelas 12:33
Arquivado em: Política

2 comentários Adicionar agora
1. Manuel da Costa | 25 de Julho de 2008 pelas 02:50
De Oliveira de Azeméis para o Mundo, e do Mundo para Oliveira de Azeméis.
Um exemplo de excelência e sucesso comprovado, garantidamente à custa de muito trabalho honesto.
Bem-hajam!
2. António Correia | 25 de Julho de 2008 pelas 19:44
É engraçado como escapa com facilidade aos oliveirenses a dimensão e a importância do grupo Simoldes.
Muitas vezes o que passa para fora das paredes da empresa é uma imagem distorcida da realidade.
Parabéns à Simoldes pela posição que alcançou no mercado mundial.
Esperemos também que o Governo saiba apoiar devidamente estas empresas que contribuem claramente para enriquecer o país com a sua produção e consequente exportação.
É que muitas vezes há a tentação para se fazer show off e esquece-se com facilidade o essencial.
Ainda há dias o governo fez uma festa com os carros eléctricos que supostamente vão inundar o país mas… eu pergunto que vantagem (para além das ambientais) vamos ter nisso se a produção dos tais carros eléctricos vão ser feita no Japão? É que não estou a ver a indústria portuguesa de componentes para automóveis a mandar a sua produção para o Japão assim como não os estou a ver a montar fábricas no país do sol nascente.
Teria sido interessante se no acordo que o Sr. Ministro da Economia fez com a Renault e Nissan tivesse sido salvaguardada a indústria portuguesa.
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