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CUSTO-BENEFÍCIO

As obras públicas estão na ordem do dia.
Pelas boas e más razões.
Como estamos a viver uma crise sem precedentes importa analisar o custo-benefício das obras públicas.
Transparência e rigor são fundamentais e nada pode ficar escondido.
O Deputado Socialista Vera Jardim disse recentemente que " o Governo dará obviamente a conhecer os estudos e todos os elementos relativo às contas."
Esperemos, pois. 

08 de Julho de 2008 pelas 13:18

Arquivado em: Política

9 comentários Adicionar agora

  • 1. Zé fidalgo  |  08 de Julho de 2008 pelas 16:45

    Um dos grandes benefícios das boas rodovias é o de DIMINUIR os acidentes na estrada.
    Não me importo que os meus impostos sejam canalizados para evitar mortes ou feridos nas estradas.
    Recordo que o sinuoso traçado do antigo IP5, construído no tempo do Cavaco e Silva, foi causador de centenas de mortes e de feridos, mas desde que a A25 substitui aquela rodovia, os acidentes quase desapareceram. Conheci gente que infelizmente faleceu no IP5 e tenho a certeza que isso não aconteceria caso o IP5 fosse construído como via rápida, com duas faixas de rodagem para cada lado e com separador central, tal como agora se encontra.
    No que tange á construção das rodovias, deixem-se de contabilidade de quiosque! Pensem neste incomensurável benefício!

    As boas rodovias são necessárias para

  • 2. Paulo Oliveira  |  09 de Julho de 2008 pelas 17:20

    Se não se importam eu importo-me que os meus impostos sejam mal gastos.

  • 3. Manuel da Costa  |  10 de Julho de 2008 pelas 10:56

    Mentiras, ocultações e erros…

  • 4. Paulo Matos  |  10 de Julho de 2008 pelas 14:38

    O Zé Fidalgo que pronuncie bem o nome de sua Exa o Presidente da república (”Cavaco Silva” e não “cavaco e silva”) e dê pelo menos ouvidos ao Luis Campos e Cunha quando refere o seguinte - “se não tivessemos construído a ponte vasco da gama o país era hoje mais rico e, apesar de estarmos bem posicionados na europa no ranking dos países que têm mais auto-estradas, nem por isso tal aparente desenvolvimento em rodovias se reflectiu no desenvolvimento da nossa economia” ! Parece uma enormidade esta reflexão do ex-ministro do “´José e sócrates”, mas era bom que os contabilistas de quiosque reflectissem sobre isto. Gosto de saber para onde vai o dinheiro dos meus impostos, num país onde falta saneamento básico e há cada vez mais pessoas a dormir na rua.

  • 5. Zé Fidalgo  |  10 de Julho de 2008 pelas 22:02

    O Paulo Matos regressa obviamente ao discurso do país de tanga. Quem não se lembra do foragido que disse que não deveria haver qualquer investimento público enquanto houvesse listas de espera nos hospitais portugueses. A acólita desse fugitivo era a avózinha.
    Ó Paulo Matos, acorde, estamos em 2008. O tempo não volta para trás.
    Hoje até o Paulo Rangel disse que nada tinha contra as obras públicas programadas.
    Cavaco e Silva ou Cavaco Silva não deixa de ser um Sr. Silva.

  • 6. João Soares  |  11 de Julho de 2008 pelas 18:12

    Parece que a memória de algumas pessoas realmente é muito curta, afinal de contas foi no tempo do tal Sr. Silva que este pais ainda viveu com algum desafogo e um projecto de futuro, mas isso não interessa para o caso, aquilo que realmente importa é que temos um governo que está a queimar as sementes dos fundos europeus, sementes essas que não irão dar os frutos necessarios para o que realmente importa para o futuro do pais, ou será que ninguém vê que as tais obras irão dar emprego a alguns durante somente 4 ou 5 anos, e depois como será?.
    No fundo só algumas empresas de construção irão enriquecer com as tais sementes e nós continuaremos super atrasados em relação aos restantes paises europeus.

  • 7. Jose carlos Silva  |  14 de Julho de 2008 pelas 19:27

    O governo em vez de andar a anunciar obras e mais obras, se estendesse mas era as mãos aos que mais precisam. Isso é que era obra! Agora construir uma linha para o comboio de alta velocidade (tgv). Todos sabemos que este transporte é só para alguns fantasmas que um dia sonharam que Portugal iria beneficiar com este tipo de transporte.
    Caiam na realidade e estejam quietos. Assim todos ganhamos. Ide mas é nanar!

  • 8. Zé Fidalgo  |  14 de Julho de 2008 pelas 22:08

    O comentário do Sr. Jô Soares, faz-me rir.
    O cavaquismo não fez nenhuma reforma no nosso país.
    Em dez longos e penosos anos de cavaquismo a única obra que se lhe conhece é o CCB que custou quatro vezes o inicialmente projectado.
    O homem percebia mesmo muito do ofício.

  • 9. João Soares  |  15 de Julho de 2008 pelas 23:32

    O Exmo. Sr. talvez…….. fidalgo, realmente tem uma memória curta, ou então só pode viver num pais de cómicos, porque até na fidalguia da pouca memória que possui, o respeito pelo pensamento dos outros na actualidade não existe no pais do extremamente´´seu“ bem governado Portugal, onde quem discorda já sabe o que dai advém. O que será melhor,um pais com liberdade de expressão e obra feita, ou onde todos seguem cegamente alguém que não sabe o rumo a dar ao pais que governa, onde as suas politicas se alteram consoante as sondagens de opinião publica? Enfim…

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