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URGE REFLECTIR

A actual situação política no PSD é preocupante.
O PSD está numa encruzilhada complicada.
O momento merece uma reflexão profunda.
Precisamos de tomar decisões no presente pensando o futuro.
Portugal precisa de um PSD forte. 

28 de Abril de 2008 pelas 23:12

Arquivado em: Política

7 comentários Adicionar agora

  • 1. Silvia Cordeiro  |  29 de Abril de 2008 pelas 01:14

    Tenho aqui vindo várias vezes e já estava a ficar preocupada face à ausência de comentários especialmente sobre o nosso PSD.
    É que ando intrigada sobre qual dos candidatos vai cair o seu apoio. E o silêncio sobre a matéria tem-me aguçado ainda mais a curiosidade.
    A verdade é que fico mais ou menos na mesma embora possa tentar ler alguma coisa nas entrelinhas. Mas, obviamente, não passarão de especulações minhas.
    Contudo eu não posso concordar quando diz que a situação no PSD é preocupante. Não acho porque, e quem lê aqui os meus comentários sabe, eu acho que preocupante era o rumo que o partido estava a levar com Menezes e os seus “rapazes”.
    Finalmente esse rumo foi interrompido e o PSD tem todas as condições de reposicionar. E pode fazê-lo com todos os candidatos que têm hipóteses de lá chegar.
    Eu muito sinceramente estou dividida ainda entre Pedro Passos Coelho e Manuela Ferreira Leite.
    Se por um lado gostaria de apostar em Pedro Passos Coelho que representa uma “mudança geracional” por outro lado sinto que apenas Manuela Ferreira Leite pode dar ao PSD a estabilidade, a credibilidade e a autoridade que forçosamente necessita.
    São estes os meus dilemas mas não são dilemas complicados porque com um ou com outro me parece que o PSD pode apresentar-se como alternativa credível.

  • 2. Silvia Cordeiro  |  29 de Abril de 2008 pelas 01:17

    Não quero monoplizar mas como sei que este blog é muito lido pelas bandas de Águeda quero aqui dar os parabéns ao Dr. Paulo Matos pela entrevista clarividente que deu ao Diário de Aveiro na semana passada.
    Apesar dos pezinhos de lã que usa para falar de todos os companheiros de partido não deixei de achar imensa piada ao deslumbramento que Lisboa causa a algumas pessoas.
    Parabéns!

  • 3. Emanuel Rodrigues  |  29 de Abril de 2008 pelas 02:15

    Penso que o PSD tem uma excelente oportunidade agora para preparar o futuro. Neste momento, já não ha volta a dar, e Sócrates vencerá as próximas eleições Legislativas, sem maioria absoluta, obvio.
    Portanto, o PSD tem de conseguir de ser uma oposição credível. Apesar, das sondagens não lhe serem favoráveis, gosto da postura de Passos Coelho. É ele, na minha opiniao, o futuro do PSD. Tem presença, tem ideias, é jovem, e tem uma postura agregadora.
    Mas a verdade é que Pedro Passos Coelho não ganha o partido, porque vive-se na ânsia de resultados imediatos. Parecem o Benfica e o Sporting atrás desesperadamente do título. Por isso imagino que todos queiram Ferreira Leite, ou, quem sabe, Alberto João Jardim (pessoas com uma imagem fraca em Portugal Continental). Mas cheira-me que é Santana Lopes que ganha as directas, e aí var ser pior a emenda que o soneto.

  • 4. Paulo Matos  |  30 de Abril de 2008 pelas 10:26

    Agradeço à Silvia Cordeiro as palavras que me dirigiu e aproveito para subscrever grande parte da análise que faz sobre a situação interna do PSD. Também acho que é verdadeiramente preocupante, por um lado, a multiplicação de candidatos a líderes num partido em crise de identidade e de valores e, por outro lado, a omissão que, até agora, todos os candidatos têm revelado, relativamente a divulgação do projecto que têm para o país. Como eu questionava na entrevista que a Silvia leu e gostou, de que ainda ter uma “vaga de fundo” no partido e ganhá-lo, se depois os portugueses não reconhecerem credibilidade ao líder eleito para ser primeiro-ministro e alternativa ao PS ?

  • 5. Alberto Marques - Águeda  |  30 de Abril de 2008 pelas 15:11

    Relativamente à situação do PSD, duas coisas me parecem óbvias: por um lado, não havia condições para continuar o desgoverno da liderança Menezes e, por outro, urge agora eleger um candidato credível e “eficiente”.
    Limitando a discussão aos dois candidatos “sérios”, confesso que, no início, também partilhei o dilema da Sílvia Cordeiro, entre Manuela Ferreira Leite e Pedro Passos Coelho. No meu caso, o pragmatismo venceu. Votarei na Dra. Manuela, pois parece-me estar em melhores condições para as tarefas que se avizinham. Custa-me, no entanto, pagar o “custo de oportunidade” de prescindir de um militante com o potencial de PPC. Sei que isto não serve de consolo a ninguém, mas penso que PPC ainda terá muito a dar ao partido num futuro mais ou menos próximo…
    Quanto à entrevista do meu conterrâneo Paulo Matos, também gostei. Com os cuidados que a vice-presidência da CPDistrital implica, PM disse o que muita gente gostaria de ter dito e não teve coragem. Tudo isto, sem se deslumbrar…

  • 6. JAS  |  01 de Maio de 2008 pelas 02:59

    Eu também estarei ao lado de Manuela Ferreira Leite. Para o bem e para o mal.

  • 7. Zé da Póvoa  |  01 de Maio de 2008 pelas 13:53

    Até mete dó ouvir estes gritos lancinantes de conhecidos laranjas (ou ainda serão azuis?) preocupados com a orfandade a que estão votados e principalmente por verem os bons “tachos” de acesso cada vez mais longínquo.
    Calma! Já aí está a avozinha para resolver os problemas. E ela tem “boas” experiências. Quem não se lembra de quando era ministra da Educação? - Transformou a juventude de então em “geração rasca” e mandou a polícia entrar nas escolas para “ensinar” os alunos. Nas Finanças o desastre foi ainda maior: aumentou os impostos (só o IVA foi de 17 para 19%), exigiu os maiores sacrifícios aos mais pobres, para no fim as contas ficar tudo na mesma e o deficit, mesmo encapotado, continuou em valores assustadores !!!

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