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ABSOLVIDO

O Tribunal de Oliveira de Azeméis absolveu o Presidente da Câmara que era acusado de abuso de poder. O Tribunal considerou os factos não provados.
Procurei ter sempre uma postura discreta sobre esta questão, manifestando no entanto total confiança a Ápio Assunção.
Encerrado judicialmente o assunto, hoje quero dizer que sempre achei excessiva a acusação. Excessos, digo eu.
Muitos (poucos) meteram a viola no saco.
Lamento que alguns (poucos) tenham procurado retirar dividendos políticos com o assunto em questão.
Ápio Assunção passou por momentos de grande tensão mas nunca o mostrou em público. Manteve uma serenidade e tranquilidade invulgar.
Aqueles que se excederam devem hoje reflectir sobre as suas atitudes.
Parabéns a Ápio Assunção que resistiu  a todas as provocações.
Uma lição para os mais precipitados.
Que grande lição. 

20 de Abril de 2008 pelas 17:34

Arquivado em: Política

6 comentários Adicionar agora

  • 1. PAULO MATOS  |  20 de Abril de 2008 pelas 19:18

    Um debate que está por fazer em Portugal e pelo qual, pessoalmente, nutro alguma paixão intelectual, é o que está relacionado com a postura dos “media” no que toca à defesa da honra e do do bom nome de quem passa por um prcesso judicial e é absolvido. Nunca o relevo que se dá às notícias de absolvições é o mesmo que se dà às acusações e condenações. So numa sociedade totalitária, na qual a democracia é uma abstracção, é que as pessoas (políticos ou não políticos) são condenadas nos jornais, por fabricantes d enoticias e de opiniões, sem preparação e sem critério, antes de o serem nos locais próprios que são os tribunais. Um debate a desenvolver…

  • 2. Helder Simões  |  21 de Abril de 2008 pelas 21:36

    Efectivamente não foi provado em Tribunal que o autarca sabia da ordem dada, no entanto, não foi em momento algum desmentido que existiu um acto de gestão, assumido por funcionários da CMOA, que lesou a autarquia.
    A absolvição é, neste caso, um peso que sai dos ombros do autarca mas que o deve “obrigar” a instaurar um processo de averiguações do sucedido e “punir” quem infrigiu.

  • 3. Carlos Ramos  |  22 de Abril de 2008 pelas 23:57

    Há comentários com graça! As mesmas pessoas que se excitaram todas e pediram a demissão do Presidente da Câmara Municipal quando surgiram as primeiras notícias do processo na vez de pedirem desculpas pela sua actuação continuam a dar lições de moral. O Senhor Hélder Simões não tem um décimo da honestidade e dignidade de Ápio Assunção. Se tivesse estava calado.

  • 4. Helder Simões  |  26 de Abril de 2008 pelas 03:42

    Carlos Ramos,

    Nunca me ouviu dizer o que quer que seja sobre o processo pelo que não lhe reconheço qualquer superioridade moral para avaliar da minha honestidade e dignidade.
    A única coisa que o PS fez foi recordar a posição de princípio do então Presidente do PSD Nacional que defendia que todos os autarcas arguidos se deveriam demitir… tão só!
    Agora que o processo terminou, todos pudemos constatar que semanalmente uma viatura da CMOA levava a filha do presidente a Viseu, mas o processo prescreveu sem que ninguém o desmentisse. E sobre o que foi a julgamento, pelo que a comunicação social trouxe a público, apenas não foi provado que as “irregularidades” tivessem sido praticadas com o conhecimento do Presidente, mas também ninguém desmentiu que as mesmas tivessem acontecido.

  • 5. Carlos Ramos  |  29 de Abril de 2008 pelas 11:04

    Senhor Hélder Simões
    É evidente que não me pode reconhecer o que quer que seja sobre mim porque não tem a felicidade de me conhecer e eu também não tenho essa infelicidade.
    Mas vou lendo na imprensa aquilo que vocês dizem e posso por aí fazer a minha avaliação. E sobre as questões políticas sou obrigado a respeitá-las mesmo que com elas não concorde. Agora sobre os ataques pessoais que fizeram ao Presidente da Câmara não me peça que concorde porque os mesmos foram abaixo de cão.
    Vocês estavam tão convencidos da culpabilidade do Presidente da Câmara que imagino a vossa profunda tristeza e desilusão no momento da decisão do tribunal.
    Eu se estivesse no vosso lugar sentia uma profunda vergonha e tinha a humildade de pedir desculpas. Mas, claro, isso só as pessoas com carácter são capazes de fazer.

  • 6. JAS  |  01 de Maio de 2008 pelas 03:04

    Como se não bastasse a vergonha que fizeram há uns meses com o Presidente da Câmara a “doutora” Helena Terra teve o descaramento de na última Assembleia Municipal subir à tribuna e dizer que nunca tinha pedido a demissão do Presidente da Câmara.
    Foi desmascarada na hora e com tantas provas que lá foram mostradas nem se atreveu a pedir “a defesa da honra(?)”
    Tenho é pena os jornais que nunca se inibiram de dar parangonas ao caso não tenham coragem de lhe chama MENTIROSA.

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