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TRÊS ANOS

Três anos…. que mais parecem uma eternidade.
O PS conquistou uma maioria absoluta, tem estabilidade para governar e conta com a cooperação estratégica de Cavaco Silva.
Uma simples pergunta: - Portugal está melhor?
Eu digo que Portugal devia e podia estar melhor.

20 de Fevereiro de 2008 pelas 01:05

Arquivado em: Política

13 comentários Adicionar agora

  • 1. Jorge Melo  |  20 de Fevereiro de 2008 pelas 08:59

    Para quem viu o Eng. José Sócrates na SIC, ficou com a certeza de que, tudo vai bem, a crescer para o muito bem!!
    Parecia uma entrevista encomendada para melhorar a imagem do governo e do Primeiro-Ministro! E rápida! Para falar pouco e bem!

  • 2. Silvia Cordeiro  |  20 de Fevereiro de 2008 pelas 09:18

    Nunca houve tanto desemprego nos últimos 21 anos. Esta é uma marca social relevante da governação socialista.
    E não venham dizer que é culpa do Durão e do Santana porque já se passaram três anos e Sócrates já está há mais tempo no poder que os dois juntos. Certo?

  • 3. Tozé  |  20 de Fevereiro de 2008 pelas 18:11

    É evidente que Portugal não está melhor.

  • 4. Susana Barbosa  |  20 de Fevereiro de 2008 pelas 18:38

    Pois. Também eu!

  • 5. Manuel da Costa  |  20 de Fevereiro de 2008 pelas 20:24

    Portugal está mal, muito mal e só uma revolução pode mudar o rumo deste desgoverno.

  • 6. Alberto Marques - Águeda  |  21 de Fevereiro de 2008 pelas 08:33

    Ainda sobre a entrevista ao PM na SIC:
    Achei confrangedora a submissão da SIC àquele modelo de entrevista. Temas à medida, e entrevistadores dóceis. Nunca me esquecerei do Ricardo Costa a dizer “tenho uma pergunta que sei que não vai gostar… mas tenho de a fazer”. O que é isto????
    Quanto aos três anos de governo PS e à enventualidade de “renovar por mais quatro épocas”, penso que está nas mãos do PSD evitar que tal aconteça. Basta fazer uma limpeza ao seu próprio balneário. Parece-me que, para satisfação de capricho e “descargo de consciência”, a liderança de Menezes & Companhia já cumpriu os objectivos.
    Esta malta já mostrou o que (não) consegue fazer, e toda a gente sabia. Agora vão lá a sua vidinha, e deixem o PSD entregue a quem perceba do assunto…

  • 7. Carlos Silva  |  21 de Fevereiro de 2008 pelas 15:09

    Se compararmos com o tempo em que Portugal era governado pelo seu partido, acho que está bem melhor.

  • 8. Zé da Póvoa  |  21 de Fevereiro de 2008 pelas 19:01

    Quando Durão Barroso chegou a 1º. ministro dizia que o país estava de tanga. Por isso à primeira oportunidade deu corda aos sapatos e deixou o país entregue aos tios e às tias do jet-set lisboeta. Estes até ofereceram património nacional para ser feito um Casino para onde pudessem ir pavonear as suas vaidades. A gestão do país, com Durão e Santana, foi de mal a pior. Sócrates recebeu um país já sem tanga. Apesar disso conseguiu equilibrar as contas, de tal forma que os nossos credores internacionais nos passaram para a lista dos devedores confiáveis. O problema é que teve que mexer com as classes mais privilegiadas: juízes, professores, médicos, sindicalistas e outras que se habituaram a estar abancadas à mesa do orçamento sem fazerem nada para o merecer.

  • 9. Silvia Cordeiro  |  22 de Fevereiro de 2008 pelas 11:45

    Sr. Zé da Póvoa
    Admitamos hipoteticamente que Durão e Santana acabaram com a tanga que restava ao país.
    Mas explique-me, se Sócrates é tão bom como diz, porque é que Portugal se encontra pior do que há três anos?

  • 10. Jorge Melo  |  22 de Fevereiro de 2008 pelas 14:46

    Normalmente todos os Zés da Póvoa esquecem-se que antes do Durão Barroso chegar a Primeiro - Ministro, esteve um outro Engº do PS, chamado António Guterres que depois de governar 6 anos, disse sem qualquer pudor que o país estava num pântano!
    Nunca é demais lembrar!
    Será que o problema é do “largo do rato” onde está a sede do PS? A memória dos socialistas, fica do mesmo tamanho!?

  • 11. Zé da Póvoa  |  22 de Fevereiro de 2008 pelas 18:49

    Acho piada a alguns comentaristas. Naturalmente que se fôr feita uma sondagem sobre côr clubística à porta do Estádio da Luz o resultado é mais que sabido. Neste blogue também não é segredo para ninguém que a maior parte dos intervenientes navegam nas águas do PSD e do CDS. Daí o haver quem diga que “Portugal se encontra pior que há três anos”, expressão utilizada em mera luta partidária. Aceito que as classes que sempre gozaram de todos os privilégios ( juízes, professores, médicos, sindicalistas e outras) se encontrem preocupadas por sentirem que, na mesa do orçamento, lhes começa a faltar algumas das sobremesas que, com soberba, apreciavam. A imensa maioria dos portugueses que têm que trabalhar de manhã à noite para ter de comer para si e para a família, vê a situação de forma diferente e reconhece o esforço e a seriedade de quem, arrostando com todas as dificuldades, não vacila na prossecução dos seus objectivos. O caso do ensino é bem peculiar. Desde os governo de Cavaco que sempre foi despejar dinheiro na educação, desviados quase sempre e principalmente para regalias dos professores. Resultado: mais dinheiro gasto, menos alunos nas escolas e resultados miseráveis atingidos. Que rica tríade!!!

  • 12. Paulo Oliveira  |  23 de Fevereiro de 2008 pelas 09:35

    Já há uns meses disse aqui neste blog que conheço dezenas de pessoas que emigraram nos últimos tempos.
    Foram sobretudo para Espanha, França, Luxemburgo, Suiça e Inglaterra mas também para outras paragens mais longinquas.
    Nenhum deles é juíz, professor, médico ou sindicalista…

  • 13. PAULO MATOS  |  23 de Fevereiro de 2008 pelas 19:07

    O exemplo da gestão socialista está na Câmara de Lisboa. O costa quando era ministro exigiu rigor das autarquias, vedando-lhe a capacidade de endividamento com o travão da Lei das Finanças Locais. Agora que está a gerir uma autarquia falida quer manter-se à tona das sondagens com o dinheiro de um empréstimo que ultrapassa os limites que ele próprio definiu. Quanto ao poder central, para além do controlo do défice pela via do aumento da receita fiscal (carga fiscal), a perigosa e excessiva desmaterialização (desformalização) dos actos da administração que vai dar mais trabalho ao poder judicial e aos advogados (litigiosidade e tribunais), e a presidência europeia sem referendo, o resto, não passou de trabalho de propaganda, controlo da comunicação e um permanente exercício de absolutismo de poder. Só mesmo uma oposição ineficaz poderá premiar esta gente pelo retrato que a SEDES fez ontem do país.

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