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O ERRO DA OTA

José Sócrates reafirmou a confiança no Ministro Mário Lino, o tal do "deserto" da margem sul.
Mas o problema não é a confiança do Primeiro-Ministro, o problema é que os portugueses já perderam a confiança no Ministro.
Esta decisão é uma desautorização técnica e política.

11 de Janeiro de 2008 pelas 11:00

Arquivado em: Política

4 comentários Adicionar agora

  • 1. Zé da Póvoa  |  11 de Janeiro de 2008 pelas 12:28

    Não concordo com esta abordagem do assunto. Sócrates foi muito claro: - não há uma política do Ministro; há uma política do Governo de que, ele próprio, é o principal responsável. E assume-o integralmente, como ainda ontem se viu. Ser-lhe-ia muito fácil deixar cair o ministro que iria embora com todo o odioso da OTA, mas quem é verdadeiramente líder não faz isso aos seus colaboradores. Visão diferente têm outros políticos que passam a vida a troca-tintar as suas opiniões: i) lembro o jantar de Santana, quando presidente da Câmara da Figueira, com autoridades espanholas, para festejar a OTA e o TGV; ii) lembro também o que dizia Menezes no seu blogue há alguns meses atrás: Morreu a Portela. VIVA a OTA !!!

  • 2. Artur  |  11 de Janeiro de 2008 pelas 12:28

    Ontem ouvi o Ministro na Sic a justificar-se e o espantoso é que ele dizia o seguinte: a decisão anterior baseava-se na informação técnica que existia em 1999 e, portanto, nessa altura era uma boa decisão. Agora surgiu informação nova e neste momento a decisão correcta aponta noutro sentido.
    Eu até desculpava esta leviandade se estivessemos a falar da construção a casa do ministro. Como estamos a falar de uma obra que vai custar muitos milhões de euros que vão sair dos nossos bolsos exige-se que o Governo só decida na posse de todos (e mais alguns) estudos.
    Com toda a informação em cima da mesa evitam-se os disparates como o do “deserto” e o do “jamais”.

  • 3. Carlos Fonseca  |  11 de Janeiro de 2008 pelas 18:24

    E quem paga agora todo o dinheiro que foi gasto na versão OTA?
    É mais que evidente: os OTÁRIOS dos portugueses.

  • 4. Orlando Manuel  |  13 de Janeiro de 2008 pelas 12:48

    Alcochete já!

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