CAÓTICO
As urgências do Hospital de Aveiro não deram resposta ao aumento da afluência ao serviço.
A situação foi de ruptura completa.
As ambulâncias retidas não podiam prestar socorro, pois não tinham onde deixar os doentes.
Os Bombeiros e o INEM estavam parados no exterior do Hospital.
A situação piorou quando uma doente que estava a aguardar atendimento médico após a triagem(amarelo) faleceu.
A direcção do Hospital já abriu um inquérito, para apurar as causas da morte.
Espero que se analise também quais as razões que levaram a este aumento de afluência ao serviço de Urgência.
Fala-se nos encerramentos de vários serviços.
Importa saber a verdade.
Vamos esperar…
03 de Janeiro de 2008 pelas 14:40
Arquivado em: Política

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1. Jorge Esteves | 03 de Janeiro de 2008 pelas 18:30
Até pode ser coincidência mas toda esta situação acontece apenas um dia depois de encerrar o serviço de urgência do Hospital de Anadia.
Estavam à espera de quê? Que houvesse um desafogo nas urgências do Hospital Infante D. Pedro?
Triste governação a deste país.
Triste Ministro da Saúde este que vê nas palavras do Presidente da República uma concordância com o rumo seguido.
Triste Primeiro Ministro este que dá aval ao devastar dos poucos serviços que ainda restam aos portugueses.
2. Paulo Oliveira | 03 de Janeiro de 2008 pelas 19:23
Num momento em que se fecham serviços de urgências, centros de saúde, SAP’s e afins seria de esperar que se reforçassem os hospitais centrais.
No Hospital de Aveiro isso não está a acontecer e quem lá trabalha tem que aguentar com mais esta dose.
3. Clara Silva | 04 de Janeiro de 2008 pelas 11:21
Passei na tarde do dia 2 no hospital nas urgencias com o meu filho e pude ver a confusao que ali ia. Eram ambulancias á porta das urgencias com os doentes la dentro a espera e parece que ninguem se entendia la dentro.
4. Silvia Cordeiro | 04 de Janeiro de 2008 pelas 15:38
Esta situação é de extrema gravidade.
Garanto que se a pessoa que morreu fosse minha familiar colocava o senhor ministro da Saúde em tribunal.
Como é evidente o encerramento dos serviços de urgências contribuiu para a incapacidade de resposta do Hospital de Aveiro.
Quando fechar a urgência de S. João da Madeira vai acontecer a mesma coisa em Santa Maria da Feira onde já se sente os efeitos do encerramento das urgências de Ovar.
Se cada pessoa que é prejudicada e sente consequências na pele por estas decisões prepotentes acionasse judicilamente os responsáveis governativos de certeza que a coisa piava mais fino.
5. Jorge Melo | 04 de Janeiro de 2008 pelas 16:29
Porque não, Portugal ter apenas três hospitais? Um no Porto, um em Lisboa e outro em Faro!? Provavelmente é o objectivo final!! O Estado poupava imenso dinheiro! As funerárias ganhavam muito dinheiro! É isso! Aí está um negócio com futuro em Portugal!Ou então numa fase anterior…uma empresa de transporte (ambulâncias) com parteira!
Está tudo doido! (onde é que eu já ouvi isto?)
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