IMPORTA ESCLARECER
Para que não existam dúvidas relativamente às propostas do PSD para a gestão das escolas, importa salientar que o Director da Escola é escolhido num processo interno dentro da escola pelos pais, pelos professores , pelas autarquias e pela comunidade local(empresas e instituições locais).
Que fique claro, não são nomeados por qualquer orgão do ministério.
Marques Mendes e Pedro Duarte(o seu homem para a educação) apresentaram diversas vezes esta proposta e nunca tiveram o apoio do Partido Socialista.
Vale mais tarde que nunca … mas o seu a seu dono.
Seguramente que Pedro Duarte e Marques Mendes não levam nada por direitos de autor.
11 de Dezembro de 2007 pelas 23:36
Arquivado em: Política

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1. Silvia Cordeiro | 12 de Dezembro de 2007 pelas 00:34
Parece que afinal o Zé da Póvoa se precipitou.
Quando só se tem olhos para os tons rosa podem acontecer coisas destas.
2. Zé da Póvoa | 12 de Dezembro de 2007 pelas 14:09
Nunca tive e penso que nunca virei a ter qualquer ligação partidária. Defendo as posições que no momento me parecem mais apropriadas. Como não preciso de emprego, não tenho que seguir os ditames das jotas rosas, vermelhas ou laranjas, na expectativa de que chegue a minha vez. Sempre gostei de evoluir na vida, apenas por mérito próprio. Também não me preocupo em vir aqui dizer amén com o responsável do Blog cuja filiação partidária me merece o maior respeito. Aguardemos um pouco mais sobre as propostas para Director de Escola, porque a proposta actual do PSD já sofreu algumas alterações em relação à inicial. De resto, quando vemos na Ass.Municipal de Lisboa o PSD apresentar uma proposta e na votação sequente abster-se! Passados dias pede nova votação e então já vota a favor. Com esta troca-tintas toda, haverá alguém que, em consciência, possa manter uma posição firme?
Como diria Sócrates (o outro): Penso, logo existo!
3. Alberto Marques - Águeda | 12 de Dezembro de 2007 pelas 18:09
O distinto “Zé da Póvoa”, presença habitual em vários blogs, parece ter um problema de alergia aguda aos partidos políticos. Mais incomodado com uns do que com outros mas, justiça lhe seja feita, nunca comprometendo a sua valiosa independência com nenhum. Está certo. Certíssimo. A não filiação é uma opção válida e contra isso, nada.
O que me custa um bocadinho são as insinuações que “Zé da Póvoa” faz às pessoas que acreditam na militância (ou na simpatia) partidária.
Diz que não “segue os ditames das jotas”, que “sempre gostou de evoluir na vida por mérito próprio”, que “não se preocupa em vir aqui dizer amén”, que “não faz insinuações sobre pessoas só porque elas são de côr política diferente”, e isto reportando apenas aos posts mais recentes…
Até posso estar a ver mal a coisa, mas o sr. “Zé da Póvoa” perece insinuar, ele sim, que quem tem militância partidária age sempre com segundas intenções.
E isso não é verdade.
De resto, e à parte desta pequena “irritação”, acompanho com muito interesse as intervenções deste distinto blogger…
Caro “Zé da Póvoa”, não precisa de ser “laranja”, mas podia tentar ser um bocadinho menos “azedo”…
Quanto ao assunto em questão, parece-me evidente que o Governo decalcou, pelo menos nos aspectos essenciais, a proposta do PSD. E não precisava de se envergonhar…
4. Zé da Póvoa | 13 de Dezembro de 2007 pelas 14:52
Permito-me cumprimentar o Alberto Marques pela forma correcta como contesta algumas das minhas ideias. Assim gosto de participar nestes fóruns, embora seja cada vez mais díficil que isso aconteça sem receber insultos, o que felizmente não é o caso. Já agora não aprecio muito ser tratado por distinto ou mesmo por Sr..
Refere que tenho alergia aos partidos e acertou em cheio. De facto não acredito mìnimamente nos actuais partidos e muito menos nos políticos que os dirigem. E a razão está bem à vista; o país está numa situação miserável, não sairá dela tão cedo e os nossos filhos correm os maiores riscos . E de quem é a culpa? Não vale a pena atirar para os rosas, para os laranjas ou para os amarelos (CDS) que governaram sempre em função dos interesses próprios e mais imediatos. Também os partidos do espectro mais à esquerda (PC, BE e outros grupelhos) têm contribuído para o descrédito que grassa por todo o país com as suas exigências mirabolantes que qualquer pessoa de bem sabe ser impossível satisfazer.
Quanto à militância partidária ser coisa boa ou má, como tudo na vida, há aqueles que a praticam honestamente , ùnicamente por se quererem bater por um ideal, mas não tenha a menor dúvida de que há muitas pessoas que aparecem apenas porque têm a ambição de atingir objectivos muito particulares e que para isso tanto se inscrevem no partido a) como no b). A ideologia é coisa que não os preocupa.
5. PAULO MATOS | 16 de Dezembro de 2007 pelas 19:58
De tão entretido que estive com este diálogo entre o (para mim) desconhecido, mas respeitável, Zé da Pógvoa, e o bem conhecido e amigo Alberto Marques, até me esquecia de lembrar ao Zé que “penso” quem disse “Penso logo existo” não terá sido o Sócrates (verdadeiro) mas o Descartes ? É que o outro (o sócrates de cá) parece que existe mas de vez em quando não pensa ! É só perguntar aos desempregados, aos cidadãos que desconhecem o tratado europeu e não são chamados a discuti-lo, aos funcionários públicos, aos advogados, aos médicos, aos enfermeiros…enfim, à sociedade dita civil que começa a ficar farto da sua forma arrogante de (não) governar.
6. Alberto Marques - Águeda | 17 de Dezembro de 2007 pelas 16:49
Ah, ‘ganda’ Paulo Matos!!!…
7. Zé da Póvoa | 17 de Dezembro de 2007 pelas 18:17
Em relação ao “Penso; logo existo” mantenho o que digo atrás. Sócrates é um filósofo grego da antiguidade; Descartes é um filósofo francês da idade média. O Sócrates de cá, com efeito, tem mexido com muitos interesses instalados e pode vir a pagar caro por isso. Quanto ao Tratado Europeu nunca ouvi o homem dizer que não havia referendo. De resto só o PR é que pode marcar referendos. Estou até convencido de que o Sócrates de cá, vai propôr o referendo e com isso criar alguns engulhos a quem tão fàcilmente muda de opinião, em função dos ventos prevalecentes.
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