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AQUI AO LADO

Atestar o carro ali ao lado em Espanha faz o nosso Estado perder 84,4 milhões.
A diferença na tributação faz com que um litro de gasolina seja 22% mais barato e o gasóleo custa menos 11%.
Os portugueses vão comprar a Espanha 155 milhões de litros de combustível por 163 milhões.
É mesmo aqui ao lado.
Então não estará na hora de reduzir o imposto. 

29 de Novembro de 2007 pelas 14:48

Arquivado em: Política

7 comentários Adicionar agora

  • 1. Zé da Póvoa  |  29 de Novembro de 2007 pelas 15:10

    Não fora o carácter demagógico que estes temas suscitam, seria caso para aconselhar os governantes a reduzir o preço dos combustíveis para níveis muito abaixo dos espanhóis, fazendo com que o fluxo fronteiriço se invertesse. E então ficávamos beneficiados com o facto de “nuestros-hermanos” viram cá ajudar a pagar os nossos impostos. Só que, em economia, há sempre uma contrapartida que na circunstância já sabemos qual seria: o desastre completo em termos de contas públicas. No entanto, há alternativas como p.e. a gestão de Santana Lopes em Lisboa e de Meneses em Gaia: assumir dívidas sem limite esperando que as gerações vindouras resolvam os problemas!!!

  • 2. Alberto Marques - Águeda  |  29 de Novembro de 2007 pelas 17:42

    …(No seguimento do comentário de “Zé da Póvoa”)…
    Ou então a “alternativa” de António Costa, que quer um “empréstimo especial” para a Câmara Municipal de Lisboa. A quantas autarquias não daria jeito um empréstimo para desenvolver melhor a sua actividade? E a maior parte, nem atingiu os índices de endividamento da CML.
    Governar assim, com regras especiais, seria fácil…

    Quanto ao assunto em causa, a fiscalidade sobre os combustíveis é uma aberração, só superada pelo absolutamente inenarrável Imposto Automóvel. Para além das taxas obscenas, e da sobrecarga das viaturas melhores (e mais seguras), ainda funciona com uma (ilegal) dupla tributação!
    Todos sabemos que sem estes “roubos legais” o défice das contas públicas seria ainda mais monstruoso.
    Mas os automobilistas portugueses não podem ser tratados desta forma. Não com estes impostos, não com estas estradas, não com esta caça à multa…

  • 3. Manuel da Costa  |  29 de Novembro de 2007 pelas 21:44

    O “rei” vai nu.
    E os supermercados, e as maternidades…
    Por este andar, qualquer dia, só falta o país ir a Espanhã!

  • 4. Zé da Póvoa  |  29 de Novembro de 2007 pelas 23:07

    Não tenho qualquer ligação partidária, nunca pertenci a nenhuma Jota, nem estou à espera de ver amigos no poder para arranjar um bom emprego que, por mérito próprio, nunca conseguiria. Por essa razão não estou preocupado em defender Costas, nem Santanas. Quero que se lixem!
    Todavia, essa do “empréstimo especial” destinado a liquidar o endividamento desastroso acumulado nas gestões de Santana e Carmona tem que se lhe diga. E a situação em Gaia é idêntica, embora neste caso com alguma obra de fachada à vista. É tão-sòmente isto o que eu quero dizer no comentário anterior e o conceito que tenho sobre o Santana não é muito diferente do que tenho pela generalidade dos políticos. Infelizmente estão a arrastar o país para o desastre!!!

  • 5. PAULO MATOS  |  06 de Dezembro de 2007 pelas 23:26

    De que concelho é o Zé da Póvoa ? E que a resposta a esta questão é importante para eu perceber e concordar ou não com o que diz, sendo certo que António Coista tem particulares responsabilidades porque foi o Ministro contra o endividamento das autarquias.

  • 6. PAULO MATOS  |  06 de Dezembro de 2007 pelas 23:26

    De que concelho é o Zé da Póvoa ? E que a resposta a esta questão é importante para eu perceber e concordar ou não com o que diz, sendo certo que António Coista tem particulares responsabilidades porque foi o Ministro contra o endividamento das autarquias.

  • 7. PAULO MATOS  |  06 de Dezembro de 2007 pelas 23:28

    De que concelho é o Zé da Póvoa ? E que a resposta a esta questão é importante para eu perceber e concordar ou não com o que diz, sendo certo que António Costa tem particulares responsabilidades porque foi o Ministro contra o endividamento das autarquias.

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