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ENCERRADO

Mais uma má notícia para o concelho de Oliveira de Azeméis.
Está no Diário da República de hoje, 30 de Outubro de 2007.
A Portaria 1415/2007 decreta  a extinção do serviço de finanças de Nogueira do Cravo e Cucujães.
É criado um único serviço de finanças, abrangendo a área da totalidade das nossas 19 freguesias.
É triste ver encerrar estes serviços de proximidade.
Vamos aguardar as explicações dos defensores deste tipo de governação centralista.
Agora entendo outras movimentações para o “entretenimento” dos quarteis.

30 de Outubro de 2007 pelas 18:24

Arquivado em: Política

13 comentários Adicionar agora

  • 1. MIguel Castro  |  30 de Outubro de 2007 pelas 22:37

    O espectáculo dado pelo Partido Socialista local no caso dos quartéis é deprimente.
    Dois políticos: uma deputada e um subsecretário de estado invertem as prioridades definidas pela própria GNR que apontava Cesar como o mais urgente e passam a indicar Cucujães como prioritário. Decidem isto visitando apenas um dos quartéis e o membro do governo ainda tem a lata de dizer que o quartel urgente “não tem assim tão más condições” (Correio de Azeméis de hoje).
    A resposta de Cesar a esta afronta vão tê-la a seu tempo na urna dos votos.

  • 2. m.santiago  |  30 de Outubro de 2007 pelas 22:39

    A extinção do 2º e 3º Serviço de Finanças de Oliveira de Azeméis foi um assunto já por mim abordado numa das sessões da Assembleia Municipal, álias, alerta que não deixou ninguém preocupado.
    É lamentável o encerramento de serviços de proximidade das populações e seguir a estes outros virão, especialmente os relacionados com a saúde.
    Será que os Portugueses ,não merecem melhor?

  • 3. MIguel Castro  |  30 de Outubro de 2007 pelas 22:41

    O encerramento das finanças vem ao encontro da minha mensagem anterior uma vez que isso significa mais uma afronta às populações do nordeste do concelho.

  • 4. Pedro Costa  |  30 de Outubro de 2007 pelas 22:59

    Kem sabe a deputada da terra não vista as financas de nogueira e cucujaes e inverte a situaçao?

  • 5. Helder Simões  |  31 de Outubro de 2007 pelas 03:42

    Caro Miguel Castro,

    É preciso ter memória e pesquisar a realidade. No Correio de Azeméis de 6 de Março de 2003, dizia que Cucujães teria, provavelmente, mais carências…

    “Como constatou ser impossível construirem-se os dois em simultâneo e após contacto com o comando Territorial de Oliveira de Azeméis da GNR, o presidente da Câmara concordou com o GEPI para que se avançasse com o que estava em fase mais adiantada (Cesar), apesar de reconhecer que Cucujães apresenta graves carências, talvez até mais do que Cesar.”

  • 6. Silvia Cordeiro  |  31 de Outubro de 2007 pelas 10:01

    Infelizmente é este o Governo que temos.
    Só sabem fechar, fechar, fechar…
    Indiferentes às conquistas de cada uma das terras deste país.
    Relativamente ao encerramento de finanças fica-me uma dúvida: será que quem mora perto da fronteira pode ir pagar os seus impostos a Espanha?

  • 7. Miguel Castro  |  31 de Outubro de 2007 pelas 11:47

    Obrigado Hélder Simões pela ajuda que me deu na pesquisa que fez. De facto a mesma vem ao encontro daquilo que eu disse.
    O GEPI (não sei o que é mas deduzo que seja um departamento do estado composto por técnicos e não por boys) preferia avançar com o quartel de Cesar. Essa era uma decisão técnica independentemente do Presidente da Câmara até poder achar que Cucujães era prioritária.
    O que assistimos agora foi que os políticos (maus por sinal) decidiram inverter essa perspectiva técnica prejudicando a população de Cesar e restantes populações abrangidas pela guarda do posto de Cesar.

  • 8. Patricia Ferreira  |  31 de Outubro de 2007 pelas 12:16

    Porque é que está a causar tanto incomodo aos laranjinhas que a Sra Doutora Helena Terra tenha resolvido este problema dos cucujaneneses?

  • 9. Zé da Póvoa  |  31 de Outubro de 2007 pelas 14:18

    Acho curiosos alguns comentários que se indignam quando “as conquistas das terras” e os “serviços de proximidade” são afectados. É evidente que o país não tem condições para manter todos esses serviços que foram criados numa expectativa eleitoral de recolha de votos. A verdade núa e crúa, mais cedo ou mais tarde, teria de vir do de cima e hoje já nem chega os nossos governantes quererem; as instruções de Bruxelas são para cortar e não há volta a dar-lhe. Leiam com atenção o insuspeito Medina Carreira no seu livro “O Dever da Verdade”.

  • 10. Manuel Castro Gonçalves  |  31 de Outubro de 2007 pelas 14:32

    A deputada do partido socialista aprende depressa com as práticas do governo de Lisboa e em jeito intemidatório já avisou que a atitude de Rodrigo Silva “não ajuda nada a construção do posto de Cesar. Pelo contrário…”
    É como quem diz: se não estiveres calado não levas nada.
    Viva a arrogância.

  • 11. Manuel Castro Gonçalves  |  31 de Outubro de 2007 pelas 14:45

    A Patricia Ferreira fala como se a “Doutora” Helena Terra já tivesse resolvido o problema.
    Não resolveu…
    Já em Dezembro de 1998 o então Ministro da Administração Interna, Jorge Coelho - figura prestigiada da área socialista - garantia que as construções dos dois quarteis arrancavam no semestre seguinte. Era mentira! Mas foi por uma boa causa: havia eleições legislativas dentro de meses e era preciso mentir às pessoas.
    De qualquer forma vai ser curioso assistir a esta competição de credibilidade entre a “Doutora” Helena Terra e o Eng. Jorge Coelho.

  • 12. Paulo Oliveira  |  01 de Novembro de 2007 pelas 17:37

    A situação do país está longe de ser famosa. A gripe que apanhámos nos tempos da governação de Guterres não há maneira de se ir embora e urge tomar medidas que levem Portugal a sair do buraco e a retomar o desenvolvimento que já teve.
    Mas tenho dúvidas que isso se consiga à custa de uma pior prestação de serviços para as populações. Não acredito que se chegue lá obrigando as pessoas a ir mais longe pagar os impostos, a ir mais longe ter os filhos, a ir mais longe às urgências, a ir mais longe ao médico, a ir mais longe às escolas. É ir longe de mais penalizando sobretudo as pessoas mais necessitadas e aquelas que menos culpas têm do desvario dos governantes.

  • 13. Manuel Castro Gonçalves  |  07 de Novembro de 2007 pelas 00:39

    Fui um dos portugueses que não resistiu a ver o confronto entre Sócrates e Santana Lopes no debate do orçamento.
    Que Sócrates esteve melhor que Santana não há dúvidas.
    O que não era difícil uma vez que, segundo um jornal de hoje, o Governo destacou uma vasta equipa (parece que até um elemento do SIS) a escabulhar pormenores que incomodassem o ex-Primeiro Ministro do PSD.
    E nas espreitadelas que fui dando à televisão apreciei o entusiasmo da “Doutora” Helena Terra nos aplausos ao Governo da Nação. Assim, como diz um amigo meu, não sei onde ela vai parar. Conseguisse o Partido Socilaista substituir alguns deputados menos entusiastas por clones de Helena Terra e o partido teria uma claque à altura de competir com os aguerridos «No Name Boys» do Benfica ou com os «Super Dragões» do Porto.
    Obviamente que não me posso esquecer que a “Doutora” Helena Terra é deputada do PS e como tal deve apoiar o ser Governo.
    Mas também me parecia óbvio que quando está em causa o interesse da sua TERRA a sua postura fosse menos subserviente e mais entusiástica a exigir, por exemplo, que fossem feitos os dois quarteis da GNR, que não fossem encerradas as finanças de Nogueira do Cravo e Cucujães e que fosse remodelado o Hospital S. Miguel.
    Infelizmente quando é confrontada com interesses distintos do PS e da sua TERRA, Helena Terra escolhe sempre o seu partido.

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