MAIS UMA TV
Rolando Oliveira, administrador da Controlinveste, afirmou que vai entrar na luta pela licença de um canal em sinal aberto.
Com a TDT o governo deve abrir um concurso. De um lado a Controlinveste e Cofina, do outro a Media Capital e Impresa.
SIC e TVI estão contra a eventual entrada de outros players interessados.
A seguir com atenção a postura do Governo, particularmente Augusto Santos Silva.
Na minha opinião a questão se há ou não espaço publicitário para tanta televisão, deve ser resolvida pelo mercado e não pelos actuais detentores de licenças.
26 de Outubro de 2007 pelas 15:49
Arquivado em: Política

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1. Paulo Oliveira | 26 de Outubro de 2007 pelas 23:03
O espectador só tem a ganhar com a entrada de novos “actores” no espetro televisivo.
Na minha opinião os que já detêm licenças nem sequer deviam poder concorrer.
2. Zé da Póvoa | 28 de Outubro de 2007 pelas 18:12
Concordo em absoluto. O mercado é que tem que funcionar; deixemo-nos de processos administrativos. Mesmo nos transportes, porque é que hão-de haver empresas que levam milhões dos nossos impostos. Os serviços têm um custo que deve ser pago pelos utentes. Se alguém justifica situação especial, então o estado que subsidie as pessoas e não as empresas. Veja-se o regafobe na TAP, na CP, e em todos os transportes públicos da grande Lisboa. Mais ainda; a que título é que a RTP, a SIC e a TVI recebem avolumadas comparticipações do Estado. Se não conseguem ser rentáveis, fechem a loja ou entreguem-na
a quem a souber explorar.
3. Alberto Marques - Águeda | 29 de Outubro de 2007 pelas 08:54
Partilho a visão “liberal” de Hermínio Loureiro sobre este assunto. Também entendo que deve ser o mercado a “decidir” a viabilidade de um novo canal (ou canais) de televisão.
Até porque o futuro passa por aí. A televisão digital vai aumentar exponencialmente a oferta de canais, tanto específicos como generalistas. E, mais cedo ou mais tarde, muitos serão com “sinal aberto”.
A concorrência é salutar. Penso que o Estado deve assegurar a existência do serviço público prestado pela RTP (de forma imparcial, e politicamente independente), e deixar o mercado funcionar livremente. Neste, e noutros campos…
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