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A ALAVANCA QUE FAZ FALTA A PORTUGAL

O futebol profissional é um universo de marcas poderosas que estão presentes em todas as partes do País e nos mais inesperados e distantes lugares do mundo.  
Eusébio, Luís Figo, Rui Costa, Vítor Baía, Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa, José Mourinho, Carlos Queirós, Vítor Pereira, Benfica, Porto ou Sporting, são apenas alguns dos bons exemplos de marcas portuguesas de renome internacional.  
As marcas são poderosos territórios de imagem no nosso cérebro. Marcas fortes possuem fronteiras bem defendidas. As marcas têm personalidade, transmitem e provocam emoções, sensações, estados de espírito, mobilizam vontades. A marca transporta consigo características fundamentais como a simpatia, a credibilidade, a robustez, o prestígio.  
As marcas dão vida aos produtos e serviços, definem o modo de percepção de instituições.  
Uma bola Adidas, uma garrafa de água Vitalis, uma rede como a TMN, uma cadeia de distribuição como o Modelo, a LIGA, o nome e o símbolo de um clube, são marcas que se diferenciam e afirmam nos mercados. Uma marca, quando bem tratada, perdura ao longo dos tempos, ganha força e conquista sempre novos admiradores.  
Quando falamos das marcas do futebol, estamos a falar de uma das mais poderosas alavancas que pode ser aplicada na economia portuguesa. É uma ferramenta de excelência para potenciar a promoção turística do destino Portugal veja-seo reconhecido sucesso da associação da imagem de Portugal ao Euro 2004.  
Com a nossa Selecção, com os nossos clubes, com os nossos jogadores, com os árbitros e treinadores, Portugal está presente em todos os países, é visto, ouvido e apreciado por milhões de telespectadores.  
Clubes que ganham provas internacionais de grande prestígio e exigência, jogadores portugueses que brilham e se distinguem nas maiores equipas do mundo, são exemplos de sobra para afirmar sem complexos que a economia e as empresas também podem e devem aprender com o futebol.  
A economia e o Governo não podem deixar de lado este instrumento fundamental para a promoção de Portugal, dos nossos produtos e serviços além-fronteiras. A LIGA e o futebol estão disponíveis para construir esta parceria de sucesso entre a economia e o futebol.  
Vamos trabalhar em conjunto e aproveitar este bom momento do futebol e das suas fortes marcas para ajudar Portugal a vencer e a vender mais lá fora, a criar empregos e a ser mais consequente.  
Estamos a fazer a nossa parte, reencontrando e reforçando o prestígio e a credibilidade das nossas competições.


Artigo de opinião publicado hoje no
24 Horas


1 comentário 20 de Agosto de 2007