DURÃO BARROSO REGRESSA
Num momento conturbado da política portuguesa, Durão Barroso regressa à Assembleia da República.
Depois de ter assistido ao Benfica-Porto em futebol, volta a Portugal.
O Presidente da Comissão Europeia vai ser recebido com o estatuto de um Primeiro-Ministro.
Vai ser debatida a política europeia tendo como cenário a Presidência Portuguesa no segundo semestre de 2007.
É com particular satisfação que assisto ao regresso a Portugal de Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, o cargo de maior relevância de um cidadão português na política Mundial.
Passo a passo, medida a medida vai consolidando a sua posição. Não é fácil a um português exercer uma função com tanta responsabilidade.
Acho que a intervenção de amanhã devia ser proferida no plenário e não na sala do senado. Complexos de esquerda dispensáveis.
Durão Barroso é português e foi primeiro-ministro, mas o local não é seguramente o mais importante, o mais significativo vai ser o discurso que espero seja marcante para o futuro da Europa e os desafios para Portugal no contexto internacional.
Será dado o primeiro passo para o novo Tratado, sem referendo?
Parabéns a Durão Barroso pela iniciativa da volta à Europa.
12 de Abril de 2007 pelas 12:42
Arquivado em: Política

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1. GBM | 12 de Abril de 2007 pelas 14:09
Podias disfarçar as saudades…
2. José Sousa | 12 de Abril de 2007 pelas 23:46
Volta Durão que estás perdoado…
Que saudades que eu tenho de ti…
E que seria feito o MM?…
3. José Sousa | 12 de Abril de 2007 pelas 23:48
Volta Durão que estás perdoado…
Que saudades que eu tenho de ti…
E que seria feito do MM?…
4. PAULO MATOS | 14 de Abril de 2007 pelas 23:51
Miserável a decisão dos socialistas em não permitir que Durão proferisse discurso na sala do Plenário da AR em vez da sala do Senado. Imaginemos que Guterres era o Presidente da CE ! E se os psd,s tomassem decisão idêntica ? Caía o carmo e a trindade! E o caso da licenciatura do homem da Covilhã ? Imaginemos que era o Lopes ou alguém do PSD o primeiro-ministro com história igual ? Haveria vigilias à porta do PR e manifestações em S. Bento a pedir a sua demissão. Não é que o assunto valha o ruído, mas que os cenários seriam assim, dúvidas não restam. É este o estado da qualidade (ou falta dela) da nossa democracia. Só deste ponto de vista compreendo um pouco porque Barroso se foi embora !
5. Joaquim Santos | 15 de Abril de 2007 pelas 20:20
A esquerda tem uma dificuldade enorme de digerir o sucesso dos que estão do outro lado.
Mas como dizia o outro: é a vida.
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