PARAFUSOS
Na página 18 do caderno de Economia do Expresso, podemos ler uma excelente reportagem bem demonstrativa da força que as pequenas e médias empresas representam para Portugal.
Falamos da Pecol, uma empresa de Águeda que cresceu a fazer parafusos.
Hoje com a liderança de Paulo Coelho vende para Espanha, Itália, França, Alemanha e nos Palop.
Acreditam que Angola será determinante para o crescimento da Pecol, que lança 500 novos produtos por ano e conta com 35000 referências em armazém.
Espero que a Pecol seja sempre uma empresa de referência e com um crescimento sustentado.
06 de Abril de 2007 pelas 16:21
Arquivado em: Política

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1. Cliente do Café Império | 06 de Abril de 2007 pelas 17:28
Um dos da caixa do Terra é para mim…
2. Alberto Marques | 06 de Abril de 2007 pelas 17:42
A Pecol é um dos melhores exemplos do empreendedorismo dos empresários de Agueda. Parabens ao Paulo Coelho.
3. Miguel Cunha | 09 de Abril de 2007 pelas 10:38
Quem ler este comentário dirá: lá está este a elogiar o patrão. Não!!! Estou apenas a constar que a PECOL, de há dez anos a esta parte, se tornou numa referência em Águeda, no país e no estrangeiro. A obra que o Paulo Coelho fez em tão pouco tempo diz tudo da sua capacidade de grande empresário. Basta olhar para o mundo PECOL. PARABÉNS!!! E que continue a ser um grupo de grande referência na Europa e no Resto do Mundo.
4. Vânia Catarina | 26 de Fevereiro de 2008 pelas 15:48
De facto, diz-se muito que a PECOL é algo de transcendente e que cresce em contra-ciclo e que é uma referência no panorama de Águeda, Portugal e na Europa dos parafusos… e da fixação, etc… etc…
Pois isto é algo orquestrado e como tal a imagem que emana de Raso de Paredes aquela que sempre foi uma empresa familiar, é algo completamente deturpante da realidade e do que de facto é a empresa.
Trata-se de uma empresa típicamente Portuguesa, sem organização, sem rumo, um verdadeiro inferno para quem tem vontade de trabalhar dignamente e onde se assiste a fenómenos bastante tipificados sobretudo em Águeda…
A qualidade é uma utopia, não só a nível dos produtos como também ao nível dos procedimentos e mantém o maior desrespeito pelos clientes e colaboradores que não são da cor…
Gaba-se de ser a empresa em Águeda que mais emprego gera mas esquece-se de dizer que despede cerca de 100 empregados por ano… Apesar de a política de recrutamento não ser a mais adequada, será que todas as 100 pessoas que são saneadas cada ano que passa são incompetentes?
Valha-nos a Santa! Quando é que será que se acorda para esta realidade de chicote na mão e onde o chico-espertismo, a cobardia e a falta de respeito tem fim?
5. Petrus Romanus | 27 de Fevereiro de 2008 pelas 17:40
Parece-me que a PECOL não é assim tão má quanto isso… Perfeita nem a MICROSOFT e convenhamos que muitas empresas se afundaram sem deixar rasto e a PECOL de facto continua pujante, pelo menos na realidade que eu conheço que é a realidade de Portugal…
Ouço dizer que a WURTH e a 3MARCOS dizem que a PECOL só importa e que não produz nada mas creio que isso é uma falácia ou então um reflexo daquilo que as próprias WURTH e 3MARCOS fazem por si próprias…
6. jacintinho | 22 de Abril de 2009 pelas 21:01
realmente parece-me uma empresa grande, pois conheco pessoal que diz que é apenas uma empresa grande e não uma grande empresa, porque os ordenados …… só para os mamoes, dá para carros e tudo. u material é quase tudo made in olhos em biko!!!!!!
7. Pedro Costa | 26 de Maio de 2009 pelas 00:51
A Vânia Catarina é que está certa e o jacintinho tambem !..os outros são lacaios que só querem tirar dividendos dos seus elogios !..pois sabem que o seu Patrãozinho (Paulo Coelho), adora isso !..
Quanto ao elogio na página de Economia do jornal expresso,
devo acrescentar que o mesmo custou muito dinheiro á Pecol,Empresa de Águeda que vive tal como o ABUTRE em cima do seu POLEIRO á espera que os seus concorrentes tropecem para lhes cair em cima e se alimentar do seu débil
ou “putrificado” cadáver !..é por tudo isto e por muito mais que as pessoas desconhecem !..que eu afirmo e posso comprovar que a Pecol é um MAU EXEMPLO de empreendorismo em Portugal !..pois se juntar-mos aos mais de 100 empregados que a Pecol despede todos os Anos !.. os outros emprega-dos que perdem o seu posto de Trabalho por motivos de Falência originada pela “mão escondida”da Pecol !..isso é uma BARBARIDADE !..e jogo sujo !..
8. colaborador da pecol | 15 de Setembro de 2009 pelas 21:40
Concordo plenamente com a vânia catarina, a Pecol é uma empresa grande em área, mas de resto é igual ou pior que muitas por este país fora. è uma falta de organização tremenda, poucos aqueles que trabalham e muitos sem fazer nada, pressão imcomportável, ordenados que são uma vergonha, pessoas com mais de vinte anos de casa a ganhar o ordenado de lei, falta de reconhecimento do trabalho demonstrado e progressão na carreira nula, quer profissional quer salarial, visto que o carro jaguar novo em folha custa dinheiro e o paulo coelho é pobre! enfim, é o mal da pecol e deste país.
9. Miguel | 25 de Setembro de 2009 pelas 12:01
Quem se lembra da “Lista de Schindler” e quiser experimentar os abusos e maus tratos perpetrados pelos Alemães sobre os indefesos Judeus, que se aventure a enviar um CV para lá. As vagas disponíveis são sempre muitas pois a rotatividade é igualmente alta. E há de tudo e para todos os gostos. Desleixo, maledicência gratuita, atitudes de cobardia que alertam o perigo do facto de nem todos os chanfrados deste país estarem internados em hospitais psiquiátricos, incompetência bem remunerada, prepotência, cinismo, experts em golpes baixos e que atiram a pedra e escondem a mão… enfim… Para se ter uma ideia do que por lá se passa, conheço alguém que sempre foi competente enquanto lá esteve, recebeu formação um mês antes do contrato terminar e sem razão aparente chegou-se à hora da verdade e levou um pontapé no rabo, apesar de estar a ganhar o SMN e não obstante ser bastante profissional e de ter experiência. O ínico senão foi haver pessoas ao lado que não gostavam da pessoa em causa e se calhar a Sra. em questão ser de respeito e não ter enviado um CV com foto em bikini. Isso certamente prolongaria a estadia por tais paragens.
Depois, existe uma elite crescente nesse espaço que está em ascenção e que representam “Amon Goeth”, o oficial alemão responsável pelo campo de concentração cujo hobbie é arranjar problemas com quem não é da cor para instaurar processos disciplinares a essas pessoas para se divertirem com os despedimentos. A cúpula desta elite, é por conseguinte o simbolo do “fruto podre do capitalismo” que gerou a crise de valores que este mundo atravessa…
10. Carlos | 07 de Outubro de 2009 pelas 14:07
E a ETAR já funciona?
11. colaborador da pecol | 06 de Julho de 2010 pelas 21:37
é uma realidade muito triste. pagam baixos ordenados para “obrigar” as pessoas a fazerem horas extras e com isso, não têm tempo suficiente para estar em familia, com os filhos, com os amigos e assim, é impossivel ter qualidade de vida, pois à custa desses ordenados baixos, compram-se mercedes e jaguares, quando a maior parte dos trabalhadores da pecol estão neste momento a passar grandes dificuldades. se calhar até fome… é a realidade comum do nosso país e da ganância dos ladrões.
12. Antonio colaborador | 05 de Novembro de 2010 pelas 19:15
Aquilo que dizem em cima foi secalhar por terem sido postos na rua …. Pois a maioria de quem lá trabalha tem grande orgulho. Eu estou contente com o meu trabalho, existe um bom ambiente apesar de poder ganhar um pouco mais , mas melhor dificilmete se arranja .
Pode se ver a evolucao da empresa de ha uns anos para ca. GRande trabalho feito pelo patrao
13. Antonio colaborador | 05 de Novembro de 2010 pelas 19:15
Aquilo que dizem em cima foi secalhar por terem sido postos na rua …. Pois a maioria de quem lá trabalha tem grande orgulho. Eu estou contente com o meu trabalho, existe um bom ambiente apesar de poder ganhar um pouco mais , mas melhor dificilmete se arranja .
Pode se ver a evolucao da empresa de ha uns anos para ca. GRande trabalho feito pelo patrao
14. Vejo o que vejo | 15 de Novembro de 2010 pelas 19:05
É uma tristeza ver a exploração de que os trabalhadores são alvos em grandes empresas como a referida. Felizmente recusei uma oferta de trabalho porque as condições que ofereciam eram uma verdadeira miséria, dignas de 3º mundo.
Como se diz: quanto maior a altura, maior a queda…
15. Novais | 31 de Janeiro de 2011 pelas 10:14
É de facto lamentável a forma como a Pecol trata os funcionários…verdadeira exploração! Prometem a máquina dos sonhos e oferecem um pesadelo! Quanto maior a altura, maior a queda! Dentro de 5 anos vamos vêr notícias da PECOL…os funcionários que abram os olhos, o tempo da escravidão já passou…um burro também trabalha! e trabalhar para aquecer mais vale morrer de frio!
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