JS EXISTE
A Juventude Socialista volta a reapresentar o seu projecto de lei para legalizar o casamento de homosexuais.
No próximo sábado vai ter lugar uma reunião em Aveiro para entre outras coisas defenir os calendários.
Depois do referendo ao aborto, voltam os temas fracturantes.
15 de Fevereiro de 2007 pelas 12:24
Arquivado em: Política

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1. Nuno Pires | 15 de Fevereiro de 2007 pelas 19:48
De facto parece que a JS existe, ultrapassada a situação da IVG que sempre foi uma bandeira para esta juventude partidária, volta este “novo” assunto a assumir as atenções na agenda da Juventude Socialista. Acho muito bem que se desenvolvam novos projectos, novas ideias aliás sempre me pautei por participar numa vida activa e dar o meu contributo sempre que entendi uma mais valia, no entanto penso que nos quadros da JS Distrital de Aveiro existe pessoas com ideias inovadoras, e com projectos que não sejam apenas os projectos de à uns anos atrás, independementemente de continuarem com esta bandeira que é legalizar o casamento de homosexuais.
Pena é que a JS nao tenha reunido forças pra lutar contra a redução da verba de apoio ao arrendamento jovem que o Governo Socialista decidiu reduzir bastante este ano.
É pena…
2. GBM | 15 de Fevereiro de 2007 pelas 20:16
Tantos temas verdadeiramente importantes que preocupam os jovens e procuram desviar atençoes para o acessório.
Se perguntarem a um jovem desempregado ou a um jovem que não consegue comprar casa se está preocupado com o casamento de homosexuais penso que a resposta será óbvia.
3. SLR | 15 de Fevereiro de 2007 pelas 21:59
De facto, a JS tem neste momento melhores quadros do que as restantes juventudes partidárias. Mas não será isso fruto também do declinio da JSD ao longo dos anos? A titulo de exemplo, a JSD sempre foi a grande referencia juvenil a nivel nacional, hoje em dia isso nao sucede. Por culpa dos quadros claro está. Alguem conheçe o presidente da JSD actual? Antigamente, não só eram conhecidos como reconhecidos e respeitados. A falta de projectos, ideias, de espirito progressista esta a afundar a JSD. Neste momento existe muito caciquismo e claques que nada abonam a favor desta estrutura. Relativamente à JSD Distrital, infelizmente não consigo comentar com rigor, apenas referir que o “que se fala” na JS é que a JSD distrital de Aveiro é liderada por uma pessoa muito incapacitada a nivel politico.
4. Paulo Oliveira | 15 de Fevereiro de 2007 pelas 23:18
Enfim…
Ora aí está um tema que preocupa verdadeiramente os portugueses!
A educação, a saúde, o emprego, a habitação são áreas que já não precisam de ser reivindicadas tanta é a abundância!
Mas a introdução deste assunto na agenda política é tudo menos inocente. Há que distrair os portugueses e entretê-los com temas “apaixonantes”.
É com estas e com outras que José Sócrates se mantém isolado na liderança das sondagens de popularidade. Tudo está pensado ao mínimo pormenor.
A «Visão» de hoje explica tudo numa frase: “A preocupação é nunca perder a liderança da agenda política, ter a iniciativa, deixando aos outros apenas a reacção”.
5. Nuno Pires | 15 de Fevereiro de 2007 pelas 23:33
Quem diz o casamento de homosexuais diz também adopção de crianças, que parece que não vai ainda inserido nesta bandeira de campanha, pelo menos pra já.
Quanto ao desemprego, hoje que foram conhecidos os números do desemprego referentes ao último trimestre de 2006.
” A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2006 foi de 8,2%. Este valor é superior ao observado no período homólogo de 2005, em 0,2 pontos percentuais (p.p.), e ao observado no trimestre anterior, em 0,8 p.p.. A população desempregada foi estimada em 458,6 mil indivíduos, verificando-se um acréscimo de 2,5%, face ao trimestre homólogo, e de 9,9%, em relação ao trimestre anterior. O número de empregados aumentou 0,2%, quando comparado com o mesmo trimestre de 2005, e desceu 0,9%, relativamente ao trimestre anterior.
Em média, em 2006, a taxa de desemprego foi de 7,7%, o que se traduziu por um acréscimo de 0,1 p.p. face ao ano anterior. A população desempregada situou-se em 427,8 mil indivíduos, tendo aumentado 1,3% em relação ao ano anterior. A população empregada registou um acréscimo anual de 0,7%.”
Fonte: Inst. Nac. estatística
Muito longe dos prometidos 150.000 postos de trabalho, de facto é bastante preocupante…
6. Silvia Cordeiro | 16 de Fevereiro de 2007 pelas 00:48
Vamos com calma.
Despenalização do aborto sim. Agora casamento de homossexuais?
Por favor…
7. Quero lá saber do Thor | 16 de Fevereiro de 2007 pelas 09:04
“O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse ontem à noite que os portugueses não têm “testículos” para dizer que o referendo à despenalização do aborto “não é vinculativo”.
“Parece que, em Portugal, não há testículos para se dizer que o referendo acabou por ser um fracasso do regime político, o referendo não é vinculativo, não tem qualquer valor jurídico”, opinou João Jardim no regresso de Bruxelas.
Como, na sua opinião, o resultado do referendo não tem valor jurídico, “a iniciativa que tiver a Assembleia da República é susceptível de ser impugnada por inconstitucional”.
“Eu, se entender que a Assembleia da República está a fazer uma lei que atenta contra as normas da Constituição que defendem o valor da vida, vou levantar a inconstitucionalidade”, concluiu.” Publico online
Será que o sr. Jardim é maluco ou será que desta vez até tem razão ?
8. PAULO MATOS | 16 de Fevereiro de 2007 pelas 22:37
O Alberto João não está destituído ! Com o resultado do referendo e a liberalização do aborto até às dez semanas, vaticina-se o fim dos testículos com tanto voluntarismo pré-abortivo que vem aí…
9. Nuno Pires | 18 de Fevereiro de 2007 pelas 14:11
Caro Blogger SLR
Não querendo de maneira alguma fazer comparações, nem insinuações até porque não é só na JSD ou na JS que existem jovens com sentido cívico que tem prazer em dar o seu contributo na sociedade, porque se me permite e dando uma opinião bastante pessoal, sou daqueles que vê nas juventudes partidárias em primeiro lugar um grupo que derivado ao tempo que passam juntos, ás experiências que vão obtendo, à intensidade de campanhas eleitorais e tudo o que envolve um movimento deste, acabam por se tornar amigos. Mas isto acontece da esquerda à direita. No entanto também defendo que estejam abertos a novos jovens e que incentivem cada vez mais a esta participação, que infelizmente nos dias que correm não é uma prioridade para estes.
No entanto permita me que discorde quantos à sua afirmação de que na JS tem melhores quadros do que a JSD, reconheço que até sou suspeito por fazer tal afirmação, no entanto não consigo compreender porque diz precisamente o contrário, hoje não me recordo de ver a JS, quem são? onde estão?
Vejo na JS distrital meia dúzia de pessoas à semelhança da de Oliveira de Azeméis. Quanto aos quadros da JS que tenham dado um grande contributo para o nosso País que nos fala serão eles Afonso Candal ? Pedro Nuno?
Deixo apenas alguns nomes de pessoas que marcam a diferença quer a nível distrital quer nacional: Ribau Esteves, Carlos Coelho, Pedro Paços Coelho, João Breda, Hermínio Loureiro, e mais recentemente Pedro Duarte, Amadeu Albergaria, Paulo Cavaleiro todos eles líderes da JSD.
A JSD é só a maior estrutura partidária de jovens Europeia, e a título de curiosidade só em Oaz são mais de 500 militantes…
Um bem Haja…
10. Mario Costa | 20 de Fevereiro de 2007 pelas 18:40
500 seres nao pensantes quer voce dizer. 500 tipos a aguardar um tachinho e umas benesses
11. PSousa | 20 de Fevereiro de 2007 pelas 19:24
Todos tem direito a escolher o que bem entenderem, desde que nao entre em jogo os proprios valores sociassfamiliares,ate porque nao sao esses valores importantes para futuro dos jovens, porque sinceramente nao vejo a necessidade de casar pessoas do mesmo sexo, quando as origens desses facto nao tem fins reprodutivos,e por isso talvez reconhecer uma juncao, mas sem ser por casamento, como talvez os casais facto, que já tem direitos consagrados na lei como casais…aí sim, mais do que isso é contra-natura, penso eu, apesar de ainda não ter uma ideia bem formada nesta matéria.
Bem Hajam
12. jose campos | 23 de Fevereiro de 2007 pelas 22:47
É a JS Nacional a tentar marcar a agenda política com uma das suas bandeiras,e em relação a isso e com todo o fair play político dou os parabéns à JS. Penso que os jovens devem lutar por causas, e esta parece ser uma das grandes causas da JS. No entanto, e com todo o respeito, só pergunto se este será efectivamente um tema que neste momento interesse aos jovens Portugueses. Não será que os jovens portugueses estarão mais preocupados com o aumento de impostos sucessivos, com a falta de qualidade do nosso ensino, com os atrasos ao nível do ensino superior no que à definição de uma politica consistente de apoio aos alunos mais carenciados diz respeito. E por fim não será que devemos estar mais preocupados com o desemprego, que atinge milhares de jovens ,e com grande incidência nos jovens licenciados?
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