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MOURINHO NO EXPRESSO

Excelente e muito interessante a entrevista de José Mourinho ao Expresso mais concretamente à revista Única. Igual a si próprio. Frontal, directo e apesar de não estar a liderar o campeonato mantém a ambição de voltar a ganhar. Mais uma vez assume toda a responsabilidade. A frase que faz capa é " Pagava para não ser famoso". Sintomática a expressão.
Fala da sua vida familiar, da mulher e dos filhos e assume uma grande ligação a Fátima, afimando de forma clara que é …"católico e sou crente…".
José Mourinho é um treinador com carisma.
É uma personalidade incontornável do Futebol mundial.
É amado por uns e odiado por outros. Gosta de ganhar, essa é uma grande virtude. Demonstra uma segurança enorme e uma confiança infinita.
É um português de sucesso, isso é um motivo de orgulho para todos nós.

16 de Dezembro de 2006 pelas 23:00

Arquivado em: Desporto

6 comentários Adicionar agora

  • 1. Silvia Cordeiro  |  18 de Dezembro de 2006 pelas 00:20

    Hoje “tropecei” com o autor deste blog quando “zapava” entre estações do meu auto-rádio. Apanhei os instantes finais do “Diga Lá Excelência” e ouvi-o chamar ao momento actual do futebol português o «Cabo das Tormentas».
    Fiquei curiosa e isso obrigou-me a sintonizar a dois agora à noite para ver na íntegra o programa.
    Que posso eu dizer face ao que muito já aqui tenho dito?
    Não posso acrescentar muito mais. Apesar de dois jornalistas (peso-pesados) sedentos de polémica o presidente da Liga não se desviou do seu rumo determinado.
    Cada vez estou mais convicta de que a Presidência da Liga está bem entregue. Parabéns!

  • 2. Silvia Cordeiro  |  18 de Dezembro de 2006 pelas 00:27

    Que me desculpe o Mourinho pelo meu comentário anterior nada ter a ver com o que sobre ele é dito…
    Sobre o Mourinho eu tenho uma opinião muito volátil. Umas vezes irrita-me e outras admiro-o profundamente.
    Admiro-o pelos êxitos que alcança mas chateia-me bastante a sua postura por vezes a roçar a arrogância.
    Apesar de tudo como se diz no post é motivo de orgulho para todos nós.

  • 3. PAULO MATOS  |  02 de Janeiro de 2007 pelas 22:13

    Espero sinceramente que o Presidente da Liga comece a funcionar à Mourinho e acabe neste novo ano com este defeso natalício do nosso triste futebol que está há quase três semanas sem actividade. Tanto falamos em competitividade e produtividade que não não se percebe porque não chegam tais objectivos ao futebol! Depois passamos o tempo a dizer que os jogadores andam cansados e não rendem. Também neste particular o mundo anglo-saxónico dá-nos cartas. Sigamos os bons exemplos e deixemo-nos de carolinices !

  • 4. PAULO MATOS  |  23 de Março de 2007 pelas 20:01

    Quando é que mudas a foto do Mourinho ?

  • 5. Júlio Campos  |  04 de Abril de 2007 pelas 21:38

    Permito-me transcrever o artigo do Diário Económico, do jornalista Domingos Amaral, que subscrevo a 100%:
    Claques violentas, Ligas cobardes
    As claques do FC Porto têm sempre uma atitude agressiva e violenta, cujo objectivo é intimidar os adversários, equipas e público.

    Domingos Amaral, Diário Económico, 4, 4, 2007

    No passado domingo à noite, estive obviamente no Estádio da Luz, para assistir ao Benfica-FC Porto. Fui como convidado, e portanto senti-me privilegiado pois iria ver o jogo num camarote, na bancada Coca-Cola. Ainda o jogo não tinha começado quando percebi que os adeptos do FC Porto iriam ficar por cima de nós, no Terceiro Anel, embora um pouco para a minha direita. Para o meu filho de 5 anos, isso não era motivo de preocupação, pois estava entusiasmado com o jogo. Para mim, foi. Naquele estádio já vira adeptos de clubes ingleses, Manchester e Liverpool, escoceses do Celtic; já vira jogos da selecção portuguesa contra russos ou gregos, e da selecção inglesa contra franceses ou croatas, e nunca sentira preocupação. As claques sempre ficaram no terceiro anel, e nunca vi nada como o que se passou no domingo. Ainda o jogo não tinha começado e já voavam os petardos cá para baixo. Com ódio e vontade assassina de provocar danos graves, as claques do FC Porto, com os SuperDragões à cabeça, tudo fizeram para agredir os sócios do Benfica que estavam nas bancadas abaixo. É aliás, um costume das claques do FC Porto. Por onde passam, deixam normalmente um rasto de violência e destruição. Nas bombas de gasolina, ao longo das auto-estradas; a caminho dos estádios pelo país e pelo mundo fora, quais milícias armadas, vão atacando pessoas e destruindo propriedade com selvajaria, numa orgia permanente de destruição que raramente a polícia contém. Podemos encontrar explicações sociológicas de pacotilha para entreter papalvos. Na verdade, o que se passa é muito simples: as claques do FC Porto têm uma atitude agressiva e violenta, cujo objectivo é intimidar os adversários, equipas e público, para poderem ganhar vantagens desportivas. É esse o objectivo desta tropa de choque que há anos vem sendo apoiada e promovida pelos dirigentes do clube, que a usam em seu proveito, até para intimidar tribunais (quando Pinto da Costa foi a Gondomar lá estavam eles a tentar meter medo), ou mesmo treinadores do próprio clube (Co Andrianse foi agredido e o seu carro destruído).

    Portanto, é extraordinário o argumento que vem sendo usado, nomeadamente pela senhora Subcomissária da PSP, de seu nome Paula Moura, que diz que colocar no Terceiro Anel os adeptos do FC Porto foi “uma má escolha unilateral do Benfica. Provavelmente, esta senhora comissária diria a uma rapariga que foi violada, que foi uma “má escolha unilateral ela ter colocado uma mini-saia nessa noite”. É um mecanismo extraordinário de passa-culpas, esquecendo que para existir uma agressão é preciso existirem agressores, e que o local onde se passam as agressões não é, nem nunca deve ser, uma circunstância atenuante.

    No domingo foram cometidos actos de agressão criminosos, e eles não foram cometidos pelos adeptos do Benfica, mas sim pelos adeptos do FC Porto. Mas, como estamos em Portugal, já estou preparado para ver os extraordinários senhores da Liga punirem o Benfica. Eles também vivem intimidados pelo senhor Pinto da Costa e pelos SuperDragões. Há mais de dez anos que a Liga não actua, não castiga e não pune os conhecidos cânticos do FC Porto a insultar o Benfica. No final do último FC Porto-Benfica, por exemplo, mal o jogo acabou e apesar da vitória dos portistas por 3-2, todo o estádio do Dragão cantou, animado pelo ‘speaker’ de serviço, o cântico “filhos da puta SLB”. Sim, todo o estádio. Alguém da Liga considerou isso um insulto, um acto anti-desportivo, uma conduta grave que devia ser punida com a interdição do estádio do Dragão? Nada de nada. A subserviente Liga considera isso normal, e não uma conduta abjecta e anti-desportiva. E portanto, enquanto existir uma Liga sem coluna vertebral e sem coragem para castigar os ‘hooligans’ do FC Porto, quem paga as favas é a rapariga que anda de mini-saia. Foi violada, mas quem é que a mandou andar naqueles trajes?
    ____

    Domingos Amaral, Director da revista “Maxmen”

  • 6. PAULO MATOS  |  05 de Abril de 2007 pelas 22:10

    Subscrevo igualmente a 100% o artigo do Domingos Amaral. As claques do Porto, incentivadas ou não pelos seus dirigentes arguidos e RELAPSOS são o que de pior temos no nosso futebol. Só mesmo a hipocrisia reinante permitirá que a Liga sancione o clube visitado por desacatos provocados por tais visitantes marginais. Haja decoro de uma vez por todas, caro Presidente ! Espero que as tuas palavras de limpeza do futebol sejam consequentes…e passem aos actos. Este clima de terrorismo afasta os nossos filhos dos estádios e matará o futebol a prazo. BASTA…

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