SAÚDE E AS URGÊNCIAS
As reacções ao estudo encomendado pelo Ministério da Saúde que serve de base à proposta de encerramento das Urgências não param.
Primeiro foi Jorge Coelho. Depois dessa intervenção vários deputados do PS mostram algum (pouco) desacordo.
São eles: Afonso Candal, Maria Antónia Almeida Santos, Maria Belém Roseira. Uns criticam, outros assobiam para o lado.
O PSD pela voz de Marques Guedes acusou o executivo socialista de estar a "tentar enganar os portugueses".
Vamos aguardar pelos próximos episódios.
08 de Outubro de 2006 pelas 18:30
Arquivado em: Política

2 comentários Adicionar agora
1. Maria Deolinda Ramos | 08 de Outubro de 2006 pelas 23:02
Onde estão os outros deputados socialistas eleitos por Aveiro? Será que só Afonso Candal respeita os que nele votaram?
2. Paulo Oliveira | 09 de Outubro de 2006 pelas 08:28
Estive a analisar o documento do Ministério da Saúde e acho-o mau demais. Quando for implementada esta nova rede de urgências poupará seguramente dinheiro ao Estado mas trará para os cidadãos um acréscimo de custos e inferior qualidade nos serviços.
Na folha de apresentação assinada pelo Ministro Correia de Campos diz-se que o documento não é perfeito e que "o escrutinio público a que a proposta é agora submetida, o qual se espera venha a contribuir de forma decisiva para o seu aperfeiçoamento".
Diz-se ainda que o Ministério "realizará reuniões de trabalho técnico com todos os Municípios e Instituições que as solicitem, com o objectivo de colher factos e argumentos que permitam enriquecer a proposta".
Ficamos a aguardar mas eu, pessoalmente, não tenho esperança nenhuma nesses encontros.
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