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ON THE ROAD

Como  compreendem não tenho tido tempo para aqui vir.

Tenho passado os últimos dias na estrada entre Moscavide, a Trofa, Setúbal, Portimão entre muitos outros locais numa missão importante para a regeneração do futebol profissional em Portugal. Tão importante quanto extenuante, mesmo para quem gosta de conduzir como é o meu caso.

Agradeço aos que continuam a visitar o 4linhas e garanto-lhes que continuarei a partilhar aqui o que penso sobre o que de mais relevante se passa no nosso país.

ps - As minhas desculpas à Vanessa Fernandes porque não foi destacada e, entretanto, venceu mais uma etapa da Taça do Mundo.

27 de Julho de 2006 pelas 13:19

Arquivado em: Política

7 comentários Adicionar agora

  • 1. o barato sai caro  |  27 de Julho de 2006 pelas 19:45

    in antonioboronha.blogspot.com

    o barato sai caro
    a propósito de algumas questões suscitadas por leitores deste blogue gostaria de reafirmar o seguinte:
    a presidência da liga (portuguesa de futebol profissional) deve ser exercida a tempo inteiro por alguém devidamente remunerado.
    é uma completa hipocrisia pensar que o topo da estrutura que gere o futebol profissional pode continuar entregue a boas vontades com maior ou menor aptidão para o cargo.
    tal situação, a manter-se, só contribuirá para que o lugar esteja sujeito a todo o tipo de pressões vindas do exterior.
    hermínio loureiro disse ontem que, se fosse eleito, iria pugnar pela profissionalização dos árbitros.
    para que ele próprio não venha a ser acusado de dependências estranhas deveria, antes de tudo, a favor da transparência, lutar pela profissionalização justamente remunerada do seu próprio cargo.
    é o velho tema sobre a mulher de césar.
    não lhe basta renunciar aos lugares políticos.
    terá que cortar todas as amarras que envolvam qualquer tipo de dependência dos mesmos.

  • 2. o barato sai caro  |  27 de Julho de 2006 pelas 19:49

    in jornal da madeira:
    Separação de poderes

    Hermínio Loureiro avançou mesmo para a presidência da Liga de Clubes, para substituir o “polémico” Valentim Loureiro. Ministro do Desporto e com ligações à área desportiva, o ex-governante foi apontado, desde a primeira hora, como possível sucessor às eleições do próximo mês para o organismo que tutela o futebol profissional nacional. Uma candidatura que promete não ser pacífica, pois, como em tudo na vida, não se pode agradar a “gregos e a troianos”. A separação de política e desporto é, por muitos, entendida como indispensável para ocupar um cargo “melindroso” e sempre susceptível de ser apontado por algo que corra mal ou menos bem. O próprio Marcelo Rebelo de Sousa, no espaço de opinião que tem no canal televisivo público, defendeu que torna-se imperioso que as ligações entre a política e o desporto sejam nulas ou mesmo nenhumas, por forma a que tudo seja o mais transparente possível e não seja motivo para, mais tarde, serem apontados “bodes expiatórios” de natureza política. Se por um lado o cargo exige isenção e posições claras/convincentes, por outro o passado/tendências de qualquer elemento que se candidate ao lugar será sempre motivo para criticar e denegrir qualquer medida que se queira implementar. Para já, o candidato reclama por uma arbitragem profissionalizada, medida que alguns concordam, outros não, num País que pode não estar preparado para tal…

  • 3. eugenio queiros  |  29 de Julho de 2006 pelas 20:20

    Pela estrada fora…e em força.

    Atenção, porém, às boleias!

  • 4. Nuno Q. Martins  |  29 de Julho de 2006 pelas 21:21

    Caro Dr. H. Loureiro;

    Cumprimento-o e felicito-o pela sua candidatura à direcção da LPFP. Ao contrário de alguma corrente de opinião, penso que faz falta gente de outros sectores de actividade no futebol. Os dirigentes desportivos nascidos e criados no seio do futebol têm revelado alguma incapacidade para adequar modelos de gestão empresarial à indústria do futebol. Penso que o meu caro poderá dar um bom contributo para o desenvolvimento do futebol profissional com a sua reconhecida veia “diplomata”, conseguindo demarcar-se de qualquer suspeita que tende a ser inerente a cargos que reclamam isenção.
    Desejo-lhe as maiores felicidades e, aproveitando, recomendo-lhe um artigo do Eng. Alberto Roque (ex-presidente adjunto do Beira-Mar) no blog Rua do Vento sobre as eleições na Liga. Aqui fica o link: http://www.ruadovento.blogspot.com/
    Cumprimentos.

  • 5. Alberto Roque Rodrigues  |  30 de Julho de 2006 pelas 17:01

    Parabéns pela magnifica entrevista ao Expresso.
    Confesso que tinha ficado desapontado quando da apresentação da candidatura e que me levou a escrever um texto sobre este assunto em www.ruadovento.blogspot.pt, mas verifico com agrado que as prioridades desta candidatura passam pela valorização do espetaculo, reestruturação e racionalização e não pela arbitragem.
    Um abraço,
    A Roque

  • 6. Luis M Ribeiro  |  02 de Agosto de 2006 pelas 23:00

    Dr. Herminio Loureiro

    Será que o «Mundo» do Futebol merece a seriedade e disponibilidade daquele que foi um excelente e SÉRIO Secretário de Estado do Desporto.?
    Na FPVoleibol, como director, convivemos e sentimos o seu apoio pela nosso trabalho,em prol da modalidade, liderados por um excelente presidente V.Araújo, sempre com amor pela modalildade
    Que pena não ter continuado connosco, pois apesar de «politico», soube sempre honrrar os seus compromissos, ao contrário de outros… que prometem, prometem, mas não cumprem.Estou a vontade, pois nem partilho a sua côr politica.
    Se conseguir o «milagre» de credibilizar, o Futebol,tarefa tão difícil, afastando os «oportunistas» reunindo um «duro» grupo de trabalho, como dirigente amador há 16 anos fico feliz.
    Boa SORTE Doutor
    Luis Ribeiro

  • 7. José Alberto  |  04 de Agosto de 2006 pelas 00:55

    Caro Hermínio:

    Espero que não se deixe manipular pelos que pretendem que tudo continue na mesma.
    O processo “Apito Dourado” tem que ter uma justa sentença e não deve ser branqueado, como toda a gente já pensa que irá ser.
    A profissionalização dos arbitros, a que se obrigou no seu discurso de apresentação de candidatura, tem que ser uma realidade sob pena de lhe manchar a reputação para o resto do mandato.

    Um abraço,

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