O FIM DE FREITAS
O Primeiro-Ministro solicitou ao Presidente da República a exoneração do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral.
Era uma questão de tempo, aliás como Carneiro Jacinto tinha prometido.
Freitas do Amaral demonstrou por várias vezes vontade em abandonar. Quando Sócrates decidiu escolher Mário Soares para seu candidato à presidência da República, Freitas percebeu que as suas expectativas tinham sido defraudadas. Desde então a sua actuação foi muito pouco produtiva. O abandono real já se deu há muito tempo, hoje foi o factual.
Sócrates fica a ganhar com esta saída e acerta no timing, pois Portugal está concentrado no Mundial de futebol, apesar da crise em Timor e da preparação da presidência portuguesa.
30 de Junho de 2006 pelas 16:46
Arquivado em: Política

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1. Jorge Melo | 30 de Junho de 2006 pelas 18:24
Numa análise profunda e coincidente com este governo:
- descida na “média de idades” do Governo! -
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